quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Meu Amigo Bruno

Onde tudo começou...

Meu nome é... não vou falar meu nome real, mas nessa história eu me chamarei de Leonardo. Tenho 22 anos, estatura mediana, magro mas não esquelético, não sou malhado nem bombado, tenho corpo normal, e sou branco. Sou gaúcho e moro na capital dos gaúchos, a cidade de Porto Alegre, RS.

Eu sou um guri muito discreto, nunca dei pinta de gay e não curto muito caras com jeito de gay, mas não tenho preconceito, simplesmente comigo não rola sexo nem relacionamento com caras afeminados. Apesar disso, quero deixar claro que eu respeito a todos da mesma forma, independente de estilo de vida, de cor de pele, de cor dos olhos ou de qualquer coisa. Todos os homens são iguais na natureza.

Enfim, na escola eu estudava no período noturno, e estávamos no começo do ano letivo. Certa noite chegou um aluno novo na turma. O nome dele era Bruno, parecia ter uns 20 anos no máximo. Ele não era lindo, mas também não era feio, era um cara bem normal. Tinha mais ou menos a minha altura e era magro como eu.

No começo eu não reparava muito nele, nunca tive tesão por ele. Eu sentava na primeira fileira da sala, perto da porta, e ele sentava na fileira do lado, praticamente bem do meu lado. Então eu via ele sempre, a gente se cumprimentava com um "e aí beleza?", mas só isso.

Só que conforme foi passando o tempo, a gente já tinha feito alguns trabalhos em grupo e tal, já éramos bons colegas, e eu comecei a reparar que ele me olhava diferente. Todo dia quando eu chegava na sala ele já estava lá sentado no lugar dele, e ele já me olhava desde que eu entrava pela porta, daí eu chegava perto e ele me cumprimentava, com um tom de voz meio suspeito. Não era um olhar comum, nem um tom de voz comum... Dava pra notar que ele tava querendo dizer alguma coisa, mas não queria ser tão direto.

Certa noite, a gente foi fazer trabalho em grupo denovo. Eu, ele e um outro colega nosso, o Thiago. Daí houve um momento em que o Thiago pediu pra ir ao banheiro, e ficamos apenas eu e o Bruno sentados um do lado do outro, com as mesas encostadas uma na outra. Não sei porque, mas eu havia começado a reparar mais nele desde que percebi que ele sempre me olhava daquele jeito. Enquanto eu pesquisava no livro as respostas pro trabalho que estávamos fazendo, senti que ele tinha encostado a perna na minha.

Fazia calor, e estávamos os dois só de bermuda. Quando senti aquela perna cabeluda encostando e roçando na minha, me deu um puta arrepio... Fingi que não estava acontecendo nada, mas fiquei tão puto que não consegui mais me concentrar no trabalho, e fiquei só sentindo a perna peluda dele roçando na minha, sem nem olhar pra ele.

Daí o Thiago entrou pela porta, e o Bruno na hora afastou a perna da minha. Eu ainda dei uma olhada de canto pra ele, e vi que ele estava de cabeça baixa, e com um sorriso de safado no rosto, mas não olhou pra mim, fingiu estar lendo.

Aquela foi a primeira vez que percebi a intenção dele. Ele tava louco pra fazer alguma sacanagem comigo, mas não tinha coragem de abrir o jogo. Mas apesar disso, ele era bem safado, dava pra ver na cara dele quando ele conversava comigo.

No outro dia, como sempre eu cheguei na sala e ele já estava lá sentado, sozinho, pois ainda faltava uns 20 minutos pra começar a aula e não tinha chegado mais ninguém na sala. Cumprimentei ele como sempre, e me sentei. Naquela noite estava fazendo muito calor, e o ventilador estava desligado. Então ele disse: "Porra, que calorão do caralho!" Daí ele já foi se levantando pra ligar o ventilador.

O botão fica bem na parede do meu lado. Eu continuei sentado olhando pra frente, e meio que usando a desculpa de alcançar o botão do ventilador, ele chegou do meu lado e foi com a mão pra alcançar o botão na parede logo acima da minha cabeça, encostando o pau no meu ombro. E ele bem safado ainda levou um tempão pra conseguir ligar, dizendo: "Bah, não quer ligar!", e roçando o pau no meu ombro... Senti que ele tava com o pau literalmente duro pra caralho. Quando ele se satisfez de esfregar o pau em mim, ele disse: "Aleluia, até que em fim!"

Eu olhei rindo pra ele, e não pude me conter, afinal dessa vez ele forçou.

- "Porra, tu é safado né cara?" - Eu falei rindo.
- "Por que eu sou safado? Só quiz ligar o ventilador" - Ele disse se fazendo de besta, e ainda deu aquele sorriso safado.

Eu já tinha entrado no jogo dele, e respondi:

- "Tu quiz era ficar esfregando esse pau duro em mim!"
- "Ah, não viaja cara" - E continuou rindo com cara de sacana.

Daí começaram a chegar os outros alunos, e a sala logo ficou cheia. Ele passou a aula inteira me olhando e fazendo aquele sorriso sacana pra mim. Quando eu estava copiando algo do quadro ou fazendo algum exercício, eu olhava pra ele e ele tava quase sempre me olhando.

Certa hora eu olhei pra ele e ele estava me olhando, daí ele se encostou pra trás na cadeira, e olhou discretamente pra baixo... quando eu vi, ele estava apertando o pau por cima da calça. Ele tava louco de tesão. E aquele tesão começou a me contagiar. Fiquei de pau duro também quando vi a calça dele levantada, dava pra perceber que o pau dele tava de pé alí em baixo da roupa.

Logo bateu o sinal pro recreio. Os alunos foram saindo um por um, até que ficamos só eu e ele sozinhos na sala. Eu ainda olhei pra ele pra ver se ele não ia sair também, mas ele tava alí sentado me olhando sério. Dessa vez ele não estava rindo nem sorrindo, mas o olhar dele dizia tudo. O olhar dele dizia que aquele era o momento, a hora de aliviar aquele tesão.

Mas eu sou tímido, então apesar de que estava louco pra fazer uma sacanagem com ele, eu decidi deixá-lo tomar a iniciativa. Então eu apenas me levantei e fui até a porta. Botei a cabeça pra fora da porta e dei uma olhada no corredor, e todos haviam descido pro primeiro andar para comer lanche. Não havia ninguém nos corredores.

Enquanto eu olhava pra um lado e pro outro com a cabeça do lado de fora, com o pau duro de tesão e meio que tremendo, sabendo que o Bruno tava alí sentado dentro da sala, senti a presença dele atrás de mim, e de repente senti a mão dele passando na minha bunda por cima da calça, ainda deu uma cutucada no meu cu com os dedos. Fiquei doido, mas continuei olhando pra fora como se nada tivesse acontecendo, comecei a suar frio e o meu coração disparou, fiquei todo nervoso.

Ele percebeu que eu não tinha reagido mal, então ele entendeu que eu gostei de ele ter me passado a mão. Não demorou muito, e lá vem aquela mão denovo na minha bunda. Mas dessa vez ele não passou a mão só uma vez, ele ficou apertando a minha bunda, passando os dedos no meu cu, tentando enfiar o dedo no meu cu por cima da calça.

Meu pau já estava babando dentro da cueca, quase estourando de tesão. O corredor continuava vazio e o Bruno continuava me passando a mão na bunda. De repente, o Bruno afastou a mão da minha bunda, e me encoxou. Que guri safado do caralho!

Eu e ele estávamos de bermuda, e senti aquela rola dura roçando na minha bunda por cima da calça. O pau dele tava duro igual uma pedra, senti ele todo reto roçando no meu rego, ele ainda me segurou pela cintura e ficou alí se esfregando atrás de mim, esfregando aquele pinto duro na minha bunda e ofegando. Ele tava louco pra me comer, e eu já tava louco pra levar aquele pau no rabinho.

Eu não agüentei mais o tesão e me virei. Ele ficou me olhando e já tava ofegante e suando frio, eu também estava ofegante e tremendo de tesão. Olhei nos olhos dele e ele me disse todo nervoso:

- "E aí cara tá afim? Vamo dar uma rapidinha aqui?"
- "Bah Bruno tô louco de tesão" - Respondi olhando pro volume na calça dele.

Ele deu uma olhada no corredor, e então fechou a porta.

Peguei na hora no pau dele por cima da calça e comecei a apertar e a sentir a dureza da rola. Daí eu afastei a mão e ele tirou o pau pra fora. Nossa! O pinto tinha uns 17 centímetros, grossura normal, e tava duro pra cacete, e a cabecinha tava toda vermelhona, molhada de tesão. Ele começou a brincar com o pinto dele, batendo uma punheta de leve, e eu me agachei, pedindo pra chupar. Abri a boca e ele colocou aquela vara quente e molhada até a minha garganta. Chupei, chupei, chupei até ouvir ele gemer. Apertava o pau dele dentro da boca e esfregava a parte de baixo da cabeçinha com a língua. Ele ficou louco.

Me levantei e ele disse cheio de tesão: "Delícia, deixa eu ver esse rabinho, deixa". Eu fiquei de costas pra ele e ele já veio baixando a minha bermuda e a minha cueca branca. Eu tenho a bunda bem lisinha e o meu cu não é cabeludo. Eu me curvei sobre a minha mesa com a calça arriada, olhei pra trás e ele tava batendo punheta olhando pra minha bunda, e disse: "Nossa, gostoso do caralho, bundinha lisinha, delícia!".

Quando eu menos esperava, ele se abaixou, e só senti a língua quente dele roçando no meu rabinho depilado... Puta que pariu! Me arrepiei todo, peguei firme no meu pau babando, quase gozei só sentindo aquela língua quente lambendo o meu cuzinho sem parar, passando a língua pra cima e pra baixo no meu rego, dando várias linguadinhas no meu cu, senti meu rego molhado e meu cuzinho encharcado com a saliva do Bruno, o meu Bruno. Ele queria meter a língua toda no meu cu, aquele safado gostoso. Comecei a gemer e me contorcer de tesão, piscando o cu pra ele, e ele deu um tapão forte na minha bunda com aquela mão pesada, dizendo: "Nossa, safaaado! Piscando o cuzinho, é? Quer levar rola nesse rabinho branco é?"

As palavras daquele puto safado me deixaram louco. Nunca senti tanto tesão assim na minha vida. Depois de levar tantas linguadas do Bruninho, meu cu já estava todo relaxado e preparado pra festa. Senti que meu cu estava pegando fogo, senti que só aquele rapaz, só o Bruno, podia apagar o fogaréu do meu rabinho apertado.

Tínhamos que ser rápidos pois logo poderia voltar alguém pra sala, então ele foi logo dando uma última espiada no corredor, e ainda vazio, todos estavam felizes conversando e lanchando lá embaixo e nós alí no meio daquela sacanagem louca. Ele fechou a porta denovo, e eu ainda estava na mesma posição curvado sobre minha mesa.

Ele rapidamente voltou pra trás de mim dizendo:

- "Nossa, delícia, quer o meu pau nesse rabinho, quer?"
- "Quero, vem, coloca ele bem duro no meu cuzinho, Bruno" - Respondi ofegante.
- "Calma, já vou rechear esse rabinho apertado!"

Ele tinha só tirado o pau pra fora, mas agora ele já tinha abaixado a bermuda inteira e descido completamente a cueca preta. Reparei melhor no instrumento do meu colega, olhei bem a ferramenta do meu amigo Bruno, era um caralho de mais ou menos 17cm não muito grosso, normal. Na hora que ele baixou a cueca toda eu vi o sacão do meu amigo balançar: que saco grande! Era todo cabeludo, os pêlos todos enroladinhos, que sacão bonito o Bruno tinha, as bolas grandes, belos testículos. Ele não era muito peludo, mas tinha seus cabelos no saco e no púbis bem distribuídos. No peitoral não sei se ele tinha pelos pois nós não tiramos a camisa, somente a bermuda.

Então o Brunão se posicionou atrás de mim, me segurou pela cintura com as duas mãos, e encostou a cabecinha da rola bem na entradinha do meu cu lambuzado da saliva dele. Mais um arrepio de tesão eu senti. Quase dei um pulo quando aquela cabecinha vermelha encostou na minha rabiola fogosa.

Ele foi forçando o pau pra dentro do meu cu, e eu estava alí ainda naquela posição, de pé e curvado sobre a mesa, minhas pernas estavam bambas, eu mal conseguia ficar de pé, comecei a tremer todo de tesão, e ele não estava nem aí, só continuava forçando aquele pênis ereto e quente pra dentro do meu reto.

Fiquei com tanto tesão que queria aquela piroca inteira dentro de mim, queria sentir aquela rola dura preenchendo todo o meu reto, sentir aquele membro ereto igual uma espada totalmente cravado dentro de mim! E o Bruninho continuou a empurrar a pica pra dentro, mas fazendo pouca força pra me deixar mais puto ainda.

Não agüentei e dei uma bela empurrada com a bunda pra trás no pau dele, forçando aquela piça entrar todinha no meu rabo apertado. Nossa! Recheou tudinho! O pau cravou totalmente na minha bunda e só senti o sacão dele - e que baita sacão cabeludo o Bruno tinha! - encostado e roçando nas minhas coxas!

Ele deu um gemido abafado e disse: "Ai, caralho, que rabinho apertado esse heim! Putinho gostoso, delícia!" Então eu olhei pra trás e falei: "Vai Bruno, me come cara! Come o meu cuzinho!"

O pau do Bruninho estava cravado no meu cu, e ele começou então a bombar. Ainda segurando firme na minha cintura, ele puxou o pau até a metade e empurrou tudo de volta pra dentro com força. Fechei os olhos e comecei a tocar uma punheta deliciosa enquanto ele saboreava meu rabinho com vontade.

Ele começou a apressar as estocadas, e a cada estocada eu sentia o sacão peludo dele bater nas minhas coxas. Nossa! O safado socou, socou, socou aquela piroca dura no meu cu tantas mais tantas vezes, e aquele saco cabeludo batendo e batendo nas minhas coxas, e eu sem soltar meu pau, só tocando uma bela punheta, faltava pouco pra bater o sinal, e a nossa sacanagem já estava no auge, estávamos delirando de tanto tesão e prazer.

Ainda socando e socando a piça no meu cu ele começou a gemer mais alto, dizendo: "Ai caralho vou gozar!" E eu batendo punheta e virando os olhos de prazer, disse: "Goza cara, goza gostoso, goza! Vai Bruno, goza! Goza, meu homem! Meu macho!"

E de repente senti aquele caralho duro pulsando dentro do meu cu. Meu cuzinho já estava ardendo de tanto levar paulada do Bruno, de tanto o meu Bruno meter o caralho nele sem dó. O Bruninho tava gozando e gemendo: "Puta que pariu! Gozei, caralho! Aaaaaah, filho da puta! Caralhooo!" E eu comecei a gozar ao ouví-lo gemer e gozar com tanta vontade e prazer. Gozei em silêncio enquanto ele dava as últimas estocadas com o pau no meu cu, e o caralho ereto dele começou a amolecer aos poucos dentro do meu rabinho assado.

De repente, bateu o sinal. O Bruno tirou o pinto do meu cu e levantou a cueca e a bermuda rapidamente. Eu também levantei a cueca e a bermuda correndo, e ele abriu a porta quase tropeçando e tremendo, eu me sentei, ou melhor, caí sentado de pernas bambas na minha cadeira. Limpei as gotas da minha porra que tinham jorrado no chão, e a porra do Bruninho ficou dentro de mim. Abaixei a cabeça sobre o caderno aberto na minha mesa e tentei respirar, porque o tesão e o prazer foi tanto que demorei a recobrar os sentidos. O Bruno logo que abriu a porta voltou correndo e sentou na cadeira dele, fingindo estar lendo um livro qualquer.

Entraram de volta os alunos um por um, e finalmente o professor. Todos voltaram aos estudos e o professor voltou às explicações.

Durante as últimas aulas nessa noite, depois dos nossos 15 minutos de sacanagem gostosa e de putaria com muito suor e muita testosterona rolando solta, nós apenas nos olhávamos um pro outro.

Com um olhar de satisfação, os olhos dele diziam:

- "Valeu Léo, meu colega gostoso, por esse rabinho apertado de macho safado, por essa boca quente que chupou e lambeu meu caralho duro e me fez tremer de tanto tesão, por me dar essa bundinha branca e gostosa que recebeu minha pica com o cu arreganhado e que guardou o meu sêmem com tanta vontade e tesão. Valeu por me dar esse rabinho com tanta vontade, por me dar essa fonte de prazer que é esse seu cu fogoso, e por ser meu putinho, meu menino, meu garoto safado, por esses 15 minutos de sacanagem que me deram tanto prazer e satisfação."

E com os meus olhos eu respondia:

- "Valeu Bruninho, meu colega, meu homem, por esse caralho delicioso, esse membro viril, por esse pênis ereto de homem tarado e safado, valeu por rechear e preencher o meu cuzinho com essa rola quente e macia, e por me dar esses 15 minutos de prazer que eu nunca havia sentido antes em toda minha vida. Valeu por me fazer seu putinho essa noite, por me pegar firme e com força, por socar o teu caralho bem fundo e por roçar e balançar esse sacão cabeludo nas minhas coxas bambas. Valeu por ter sido o meu comedor, o meu macho, o meu homem, o meu amigo safado."

Até hoje eu e o meu amigo Bruno ainda brincamos no recreio. Brincamos muito no banheiro da escola, em outras salas vazias da escola e até no pátio da escola, porque é denoite e alguns cantos são bem escuros e dá pra rolar uma sacanagem. Fiquem sabendo que o Bruno já foi meu e eu já fui dele muitas e muitas vezes, e nós ardemos de tesão e prazer quando estamos juntos nos nossos momentos secretos, onde o nosso suor se mistura e as nossas bocas se encontram, onde sentimos o calor um do outro, onde nos entregamos totalmente um ao outro sem pudores nem frescuras, nos momentos onde eu sou somente dele e ele é somente meu. Nos momentos em que nos tornamos um só.

E pra sempre assim será, enquanto eu o desejar e ele me desejar.

Enfim, este é o meu amigo, eterno, o meu garoto, o meu homem, Bruno..



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15 comentários:

  1. Nossa qe liindo ! ameei gentee BY: Breninho

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  2. beleza de conto! deu tesão...e muita!
    Branco brapam@ibest.com.br

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  3. Nossa, que tesãaaaao
    amei, to loco de vontade!!
    Thiago, Belo horizonte-MG

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  4. "ele estava apertando o pau por cima da calça" - "Ele e eu estavamos de bermuda" Que coisa rápida né, trocaram de toupar aonde?

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  5. Ola sou lucas sou d sao leopoldo gostaria muito de conhecer vcs c quizrem me conhecer respond EC comentário tenho 22 anos 180 h e 88k abrass

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  6. adorei de montao adoro esses contos eroticos fiko todo exitadinho huuum gozei pra caralho

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  7. Muito bom...
    Add honem1@hotmail.com
    Homens putos iqual ao Bruno...

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  8. ADOREIQUERIAQ FOSSE NOMEU GILO

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  9. sou virgem ainda..e tenho vontade d experimentar algo novo..me mandem mgs 01983262061

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  10. Adoro novinhos de corpo lisinho, se alguém tiver afim...gauchoanjo@hotmail.com

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  11. PORRA MEU PAU GRITOU NA MINHA VAGINA. AAAAAAAAAIIIIIIIII

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  12. PORRA MEU PAU GRITOU NA MINHA VAGINA. AAAAAAAAAIIIIIIIII

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  13. Muito bom a história eu gostei do final,eu me apaixonei por um colega de classe e ele me olhava eu olhava para ele e não conseguia tira ele do meu coração ate 2009 com 18 anos e sempre era a mesma coisa eu falava com ele e ele falava comigo me tocava e meu coração acelerava.Dai não sei quem contou ele e todos da sala descobriu que eu gostava dele e eu acho que ele gostava de mim mais otempo passou me formei e não vi mais aff

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