sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Putaria Selvagem no Matinho

A minha escola é foda...

Bom, pra quem não sabe, eu estudo denoite, e o pátio da minha escola é muito mal iluminado, tendo inclusive alguns "matinhos escuros" ao longo do muro, e por isso a minha escola é um ótimo lugar pra dar aquela rapidinha quando o pau sobe durante a aula. Na real, não só no pátio, mas no banheiro e até mesmo dentro da sala de aula! A minha escola é foda mesmo. E o melhor de tudo, o que tem de caras enrustidos naquele colégio... Todo mundo sabe que lá tem vários bissexuais e gays "no armário", e a forma de um se comunicar com o outro é através do olhar. Foi assim que eu conheci o meu amigo Bruno.

Mas então deixa eu contar o que aconteceu. Houve uma noite na hora do intervalo, que eu estava caminhando pelo pátio da escola junto com dois amigos meus, o Thiago e o Juliano. O Bruno tinha passado as primeiras aulas só me olhando, aquele safado. Mas eu não tava muito afim de foder com ele aquele dia.

Enquanto eu caminhava pra lá e pra cá com os meus amigos e conversávamos sobre vários assuntos, passamos por um grupo de caras que estavam sentados nos bancos próximo à cantina. Eram quatro caras, estavam alí conversando e rindo, falando de alguma putaria ou sacanagem que eu não consegui ouvir direito. Reparei que um deles me olhou, e ficou me seguindo com o olhar... Ele era meio musculoso, cabelo preto e curto, todo arrepiado, um pouco mais alto do que eu. Não entendi por que ele ficou me olhando, e não dei muita bola, simplesmente continuei andando com meus amigos e conversando.

Passamos umas três vezes na frente daquele banco onde eles estavam sentados, e sempre que a gente passava na frente deles, o mesmo cara ficava me olhando e me seguindo com os olhos. Comecei a ficar puto... Ainda pensei pra mim com meus botões: "Iiiiiihhh... aí tem coisa..." E eu não estava errado. Eu nunca erro.

Depois quando bateu o sinal pra voltar pra sala, o Thiago e o Juliano subiram logo as escadas mas eu estava apertado então fui no banheiro dar aquela mijada. Eu entrei no banheiro e fui no mictório, tirei o pinto pra fora e tava alí mijando numa boa... Ouvi passos de alguém entrando pela porta. Vocês acreditam que aquele cara que eu tinha visto no banco me seguiu até o banheiro? Não olhei diretamente pra ele, eu olhei meio de canto, e o cara tava alí do lado mijando também. Fiquei numa curiosidade, então olhei pro lado e ele tava mijando e me olhando sério. Do nada ele me cumprimentou:

- "Daí, beleza?"
- "Beleza..." - Respondi na maior indiferença.

Ví a hora que ele balançou o pinto e guardou de volta dentro da bermuda. Mas não cheguei a ver o pinto dele. Então ele saiu, e eu fiquei alí pensando: "Por que esse cara fica me olhando daquele jeito?" Eu sabia o porquê, mas eu quiz fingir que não sabia de nada. Nessa noite foi só isso que aconteceu. Mas o melhor estava por vir.

Durante as três próximas noites, eu e meus amigos passávamos perto deles pois eles sempre ficavam naquele mesmo lugar, e aquele cara tava sempre me olhando, sempre me perseguindo. Eu tinha certeza que ele queria alguma coisa. Eu só não tinha a certeza do que ele queria. Mas sim, ele queria algo.

Na outra noite, tinha aula de Educação Física, e toda a nossa turma foi pro pátio. Tinha um campinho de futebol e os caram ficaram jogando bola, e as gurias foram jogar vôlei onde tinha a rede perto do campinho. Eu não curto muito futebol nem vôlei então fiquei só olhando os guris jogarem bola, inclusive o Bruno, o meu amigo Bruno, nossa ele jogava bem pra caralho, e aquelas coxas grossas correndo no meio do campo me davam o maior tesão e me lembravam das nossas putarias passadas.

Fiquei com sede, então resolvi ir tomar água no bebedouro. O pátio é grande e para chegar lá no bebedouro eu tive que passar pelo matinho escuro que tem num canto do muro da escola. Ouvi um barulho vindo de dentro do mato. Pensei que fosse algum bicho ou impressão minha, e continuei andando. De repente ouvi alguém chamando.

- "Ei, psiu!" - Alguém sussurrou de dentro do matinho escuro.

Quando olhei pra trás, ví no meio das folhagens do mato escuro que tinha um cara de pé lá dentro. Ele ficou me olhando e fazendo sinal com a cabeça pra eu chegar mais perto dele.

- "Chega aí, cara!" - Ele disse lá do meio do matinho.

Eu fiquei curioso pra saber quem era e o que ele queria comigo, então fui na direção dele. Conforme eu fui chegando perto do matinho, minha visão foi melhorando e vi que era aquele mesmo cara que ficava me olhando sempre que eu passava, aquele que me perseguia, que me cumprimentou no banheiro. Era ele, o safado tava armando alguma coisa pra mim. Na hora fiquei com medo, sei lá, o que ele queria comigo afinal? Mas continuei andando, até que cheguei na entrada do matinho escuro, onde ele estava de pé me esperando.

- "Daí beleza, cara?" - Ele me cumprimentou sussurrando, com medo de falar alto.
- "Beleza. O que tu tá fazendo aí dentro no meio desse matagal?" - Perguntei perplexo.
- "Bah, meu, to sabendo que tu curte. É verdade?"
- "Tá sabendo que eu curto o quê?" - Fiquei puto da cara, como ele sabia de mim?
- "Ah, tu tá ligado né, to sabendo de umas coisas aí..."
- "Tá, que coisas? Não tô sabendo de nada, do que tu tá falando?" - Dei uma de desentendido.
- "Porra, meu, tu sabe do que eu tô falando."
- "Tá, o que tu quer afinal, tô com pressa!"
- "Tô sabendo que tu curte homem, tipo, que tu curte dar uma com outros caras e tal..."
- "Quem te falou isso? Tá doido?" - Eu não queria que ele tivesse certeza que eu era gay.
- "Pára com isso, meu, eu sei que tu curte, não vou contar pra ninguém, não te preocupa."
- "Tá mas fala logo, o que tu quer?"
- "Ah sei lá, meu, eu tô matando aula aqui porque eu to afim de ti, eu sabia que vocês tinham aula de Educação Física, então eu resolvi ficar aqui esperando pra ver se tu ia passar aqui perto..."

Então era isso. O cara tava afim de me pegar. No fundo eu já sabia que era isso, mas eu não queria admitir... Mas agora ele mesmo estava falando isso na minha frente. Que cara de pau...

- "Tá afim de fazer alguma coisa?" - Ele me perguntou com cara de safado.
- "Hahaha..." - Dei uma risada, aquela risada que você dá quando quer responder que 'sim'.
- "Entra aqui no matinho, meu, ninguém vai ver nada..."

Entrei no matinho com aquele puto safado. Na hora meu pau já ficou duro, como sempre, eu já imaginei a putaria que ia rolar alí naquele matinho escuro. Aquele matinho não é uma "floresta", é apenas um matinho encostado no muro da escola mesmo, algumas árvores cheias de galhos e folhagens, um monte de mato mesmo, mas dá pra entrar e se esconder totalmente alí, vendo de fora não dá pra enxergar nada lá dentro.

Quando entrei totalmente no matinho com o cara, notei que a luz da lua entrava por cima, por entre os galhos e folhagens das árvores, iluminando um pouco o interior do matagal. Na hora o puto já se encostou na árvore, baixou o zíper da calça jeans, e puxou o pinto pra fora. Bah, que pintão aquele safado tinha! Uma baita piroca de uns 18cm, maior e mais grossa do que o do Bruno! O pau dele ainda tava "meia-bomba", quer dizer, não tava bem duro, tava só inchado.

Daí ele veio com uma proposta sacana:

- "Chupa meu pau?"
- "Demorou..." - Respondi, ficando de joelhos na frente dele.

Peguei aquele picão com as duas mãos. Comecei a balançar o pau dele pra cima e pra baixo, pra um lado e pro outro, brincando com aquela pica, e foi endurecendo bem rápido, quando vi, aquela rola já tava toda ereta, empinada pra cima, mais dura que uma pedra.

Coloquei o pau na boca até a metade. Nossa, que pau quente e duro! Comecei a chupar, chupar, massagear a cabecinha com a língua e com os lábios, dar lambidinhas por todo o corpo do pau, que delícia de rola! E ele alí só aproveitando o boquete, encostado na árvore, ofegando e gemendo: "Ahh, chupa gostoso meu pau, chupa, mete tudo na boca, seu safado."

Vocês sabem que eu adoro um saco, mas ele tinha tirado só o pau pra fora do zíper, então comecei a passar a mão no saco dele por cima da calça pra ele se tocar que eu queria ver as bolas dele. Ele atendeu o meu pedido, e desabotoou a calça, arriando ela até os joelhos junto com a cueca. Agora sim! Pude ver o sacão cabeludo, não era muito cabeludo não, era parecido com o saco do Bruno. Na hora, comecei a acariciar aquele saco, a massagear as bolas daquele desconhecido que eu nem sabia o nome. E ele continuava encostado na árvore, se contorcendo de tesão.

Comecei a lamber aquele saco gostoso. Dava leves chupadinhas nas bolas, enquanto tocava uma punheta pra ele. Ele tava ficando louco! Só se contorcendo e gemendo, sussurrando com aquela voz rouca e grossa: "Ah, seu putinho, gostou de chupar minhas bolas é? Chupa meu saco, chupa".

E continuei a saborear aqueles testículos grandes, pareciam bolas de jegue de tão grandes! Hahaha... que cara gostoso do caralho! Do nada, ele me veio com um pedido irresistível: "Deixa eu comer o teu cu?" Imagina se eu ia negar? Lógico que eu ia deixar ele comer o meu rabinho.

Soltei o pau dele e me levantei. Ele se afastou da árvore e eu me apoiei nela, segurando no tronco da árvore e arrebitando a bundinha pra trás. Ele sem demora veio pra trás de mim e já veio encostando a cabecinha da rola no meu cu. Mas ao invés de penetrar, ele ficou só passando a vara no meu rego! Que filho da puta, eu fico louco de tesão assim! Ele só passava aquele pinto no meu cu, pra cima e pra baixo, ele queria deixar o meu cu bem lubrificado e molhadinho com o líquido que tava saindo do pau dele, aquele que às vezes sai quando você tá com muito tesão.

Porra! Eu tava ficando louco, sentindo aquela rola molhada passando pra cima e pra baixo no meu rego, aquela cabecinha molhada só cutucando no meu cu sem penetar! Fiquei louco de tesão, não agüentei e implorei pra aquele macho safado:

- "Vai, enfia essa rola no meu cu, caralho!"
- "Já quer tomar no cu, safado?"
- "Quero, vai, come meu cu!"

Ele atendeu o meu pedido com muito prazer. Ajeitou bem a cabecinha do pau na entradinha do meu cu e começou a fazer força pra empurrar, pois o meu cu é muito apertado. Me segurou firme pela cintura e começou a me puxar com cuidado pra trás, pro pau dele ir penetrando na minha bundinha branca sem arrombar o meu cu todo. Ai meu cuzinho!!! Nossa, eu tava delirando com aquela sensação!!! Sentia aquele cacete duro deslizando devagar pra dentro do meu rabinho apertado, senti as mãos grandes e pesadas daquele homem me segurando forte pela cintura e me puxando, senti ele recheando pouco a pouco o meu cu todinho, foi deslizando, deslizando, entrando, entrando, metendo, metendo... que tesão no meu cu, tava pegando fogo, já tava com o cu queimando, e aquele pau duro me invadindo aos poucos!

Quando me dei conta, entrou tudo! O pau tava todo cravado no meu rabo, foi até o talo! Só o sacão peludo ficou balançando do lado de fora, senti as coxas dele nas minhas e ouvi ele ofegando e gemendo de tanto tesão, o pau dele pulsava dentro do meu cuzinho quente e apertado. Meu cu tinha virado a casa daquele caralho grosso e gostoso!

Foi aí que ele começou a festa. A fodelança tinha apenas começado. Começou o vai e vem, o entra e sai, aquela rola entrava e saia do meu cu à vontade, aquele homem tarado me segurando com toda força pela cintura, socava o pau no meu cu sem parar, bombando, bombando, metendo com força e sem dó. Ai, meu cu, tava doendo já de tanto levar pau com tanta força! Eu alí apoiado no tronco da árvore, e ele alí atrás de mim agarrado na minha cintura, arrombando meu cu com toda a força que ele tinha, e eu empinando a bunda pra trás e me contorcendo de tesão e de dor ao mesmo tempo, e tocando uma punheta pra acompanhar, é claro.

Puta que pariu! Esse filho da puta tava me comendo igual um coelho! Metia, metia, metia com uma rapidez e com uma força que só você vendo pra acreditar, ele tava me arrombando todo, aquele puto do caralho! Eu ainda tive que implorar pra ele ir mais devagar pois meu cu tava doendo: "Ah, calma, cara tá indo muito rápido, tá doendo!" Mas o cretino não quiz nem saber, começou a gemer e a gemer, dizendo: "Puta, caralho, que cuzinho apertado!" E metendo aquele caralho duro sem parar no meu cu, cada vez mais forte e com mais tesão, e as bolas dele batiam com força sem parar embaixo da minha bunda enquanto ele socava o pau no meu cu! Que caralho de homem puto! Que foda selvagem aquela! Parecia dois animais fodendo no mato, puta que pariu, que foda mais gostosa!

A dor do meu cu passou logo, e eu comecei a sentir só prazer, a dor desapareceu totalmente, como se meu cu tivesse sido anestesiado. Acho que meu cu se acostumou com aquele caralho daquele homem selvagem. Ele não tinha dó nem piedade! Só queria comer meu cu, socar aquela rola até gozar, metendo a vara sem parar no meu cu na velocidade 6!

Eu ainda estava tocando punheta enquanto ele me comia e devorava meu cuzinho gostoso com aquela vontade toda, então senti que estava pra gozar, meu pau começou a pulsar e senti que mais um segundo daquela foda e eu ia gozar muito! Ele também começou a gemer e a ofegar muito, e sussurrou quase berrando: "Ahhfff... to gozando!"

E senti que ele tava gozando mesmo, aquela rola começou a pulsar e a ejacular sem parar dentro do meu cu, aquele pênis ereto estava dando suas últimas esporradas e de repente eu também comecei a gozar, minha porra jorrava em jatos vigorosos no tronco da árvore onde eu estava apoiado, e aquele homem continuava socando a piroca dura no meu cu arrombado enquanto enchia ele de leitinho quente de macho.

Aos poucos, ele foi diminuindo a força das estocadas, como se estivesse exausto, e ele tava exausto mesmo, parecia um coelho me comendo! O meu pau já tinha amolecido totalmente, o bichinho tava dolorido de tanto que esfreguei ele na punheta! O cara não conseguia nem respirar direito, tinha gozando tanto no meu cu, agora sentia aquele pênis comprido e duro que estava dentro do meu cu, aos poucos amolecia e ia deslizando pra fora. Até que finalmente senti a rola, agora totalmente mole, escapar de dentro do meu cuzinho assado, totalmente assadinho e arrombado. Que dor no meu cuzinho! Mas que tesão foi aquela putaria gostosa!

Ele levantou a cueca e a calça, abotoou a calça e fechou o zíper, enquanto eu fazia o mesmo. Então ele me disse:

- "Não te preocupa que eu não vou contar pra ninguém, beleza?"
- "Beleza, falou..." - Respondi de perna bamba.

Ele saiu do matinho, e eu fiquei alí espiando por entre as folhagens das árvores, pra ver o que estava se passando no pátio. Nada de extraordinário: os guris ainda jogavam futebol lá longe no campinho, e as gurias do lado do campinho jogando vôlei. Ninguém nem sequer deu falta da minha presença, nem sentiram a minha falta, ainda bem. Ou melhor, isso era o que eu pensava.

Ao sair do matinho afastando os galhos e folhagens, olhei ao redor e, pra minha surpresa... Que susto! Alguém estava logo à frente do matagal! Puta que pariu, não acredito que me pegaram! Mas... espera, é o Bruno!

O meu amigo Bruno, o meu Bruno, aquele que me comeu na sala de aula, aquele que eu comi no banheiro, aquele meu colega gostoso, tinha ouvido lá de fora, os nossos gemidos vindo lá de dentro do matinho.

- "Bruno?" - Chamei, olhei pra ele, ainda tremendo e de perna bamba depois de tanta sacanagem.

Ele só me olhou sério, o Bruno sempre teve aquele olhar profundo, e a gente meio que aprendeu a se comunicar só com o olhar. Nossa, ele parecia tão abalado. O que será que tinha acontecido?

- "Bruno? O que tu tá fazendo parado aí?" - Perguntei intrigado pelo silêncio dele.

Ele continuou me olhando bem sério nos olhos. Logo, baixou a cabeça, virou a cara, e foi andando reto em direção ao campinho, sem olhar pra trás. Mas eu vi decepção naqueles olhos, vi tristeza, e vi raiva, tudo junto. Ele não estava bem. Porque ele tinha ficado daquele jeito? Será que ele ficou com ciúmes? Por que? O nosso relacionamento sempre foi de sexo, de putaria, de foda escondida no colégio... Mas será que, o meu amigo Bruno, o meu Bruno, sentia alguma coisa por mim?

Nunca senti nada demais por ele, pra ser bem sincero, sempre senti somente tesão por aquelas mãos grandes e pesadas, por aquela boca quente e molhada quando ele beijava os meus lábios, por aquela voz grossa e rouca, pelo calor daquele corpo suado e quente, pela textura daquela pele e daqueles braços e pernas cabeludas, por aquele perfume de homem, pela respiração dele no meu pescoço, por aquele caralho de 17cm que tinha entrado em mim na sala de aula, e por aquele cuzinho cabeludo que eu tinha penetrado um dia no banheiro. Era só isso, somente isso. Só isso e nada mais... quero dizer, e tinha o carinho também que eu sentia por ele como amigo... Ah sei lá, não sei mais o que dizer. Não sei o que sinto pelo meu amigo Bruno, nunca pensei nisso.

Mas aquela noite, depois da foda selvagem que tive com um desconhecido da escola, depois de olhar nos olhos do Bruno ao sair do matinho, comecei a pensar nisso. Seriamente...



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9 comentários:

  1. CARA TU DAR PRA FAZER NOVELA ESCREVER LIVROS TU CONTA TUDO NUMA RIQUESA DE DETALHES ME SENTIR VENDO UM FILME A PROPOSITO ME DAR O BRUNO E FICA COM DESCONHECIDO

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  3. adorei sua història, muito excitante realmente , gostaria muito de conhece-lo . me passe seu msn? bjs iluminados

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  4. que delícia, me sentir no seu lugar você levando aquelas pirocadas no rabo, muito excitante...

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  5. Bem intrigante esse final. E parece que o Bruno gosta ou gastava de vc e não era só tesão não ia mais além posso até dizer um amor de verdade...

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  6. CARAMBA Consegui Visualizar Esse Conto Como Se Fosse Um Filme De Drama E Pornografia..Parabens

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  7. Parabéns pela: Riqueza em detalhes, pornografia exitante, drama e por me deixar com vontade de ter essa parte da sua vida pelo menos por uma dia ou uma semana quem sabe. kkkk

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