domingo, 22 de fevereiro de 2015

O Novo Putinho do Bairro

Uma noite dessas, já era bem tarde, tipo umas 11 da noite, estava com fome e fui caminhando até uma padaria próxima de casa que fica aberta 24 horas. Na volta passei pela avenida principal do meu bairro, e eis que vi do outro lado da rua um garoto muito gatinho parado numa esquina, como se estivesse esperando alguém. Então diminuí o passo e fiquei observando de longe, ele nem sequer me reparou. Descrevendo ele por cima ele era novinho, mais ou menos uns 21 anos, devia ter 1,70m de altura, meio gordinho (fortinho), cabelinho curto arrepiado e usava roupas de moleque. Nunca tinha visto aquele menino por ali, deveria ser novo no bairro.

Enquanto o observava, um carro estacionou na frente dele e ele foi falar com o motorista. Entrou no carro e partiram sabe-se lá pra onde. Na hora eu tive a impressão que o cara do carro era um cliente, e ele um garoto de programa, ou um putinho como gosto de chamar. Fui pra casa com o garoto na mente, cheguei em casa, comi, me deitei, e tive que tocar uma punheta gostosa pensando nele porque ver aquele rapaz lá disponível pronto pra foda tinha me dado muito tesão.

Na noite seguinte, lá pelas 10 da noite, resolvi passar denovo na mesma esquina só pra ver se o carinha estava lá. Passei do outro lado da rua e lá estava ele mesmo, inclusive na mesma esquina. Louco de tesão como eu já estava, atravessei a rua e fui falar com ele.

- E aí rapaz - cheguei já puxando papo.
- E aí... - ele respondeu meio tímido.
- O que faz um gatinho desse sozinho, perdido essa hora da noite na esquina?
- Ah cara to de boas aqui vendo se rola negócio.
- Como assim negócio? - me fiz de desentendido.
- Negócio, eu faço programa aqui.
- Ahh bom entendi...
- Afim de algo?
- Com certeza...

Peguei a mão dele e coloquei no meu pau por cima da calça para ele sentir a minha paudurência. Estava duro igual uma pedra quase estourando a calça e quando senti a mão dele por cima quase pegou fogo. Chamei ele pro meu apartamento e ele veio comigo.

No caminho perguntei se ele era ativo ou passivo, e ele disse que pagando bem ele fazia de tudo. Disse que cobrava 50 reais por 1 hora. Achei o preço justo pra foder com um cara tão gostosinho como ele era. Depois da caminhada e da subida do prédio, chegamos finalmente ao meu apartamento.

Assim que entramos, tranquei a porta e já fui direto pra cima dele, abracei o menino, empurrei ele contra a parede e enfiei a língua bem fundo na boca dele, dei aquele beijo passional com muita língua, saliva, mordida de lábios, e enquanto estuprava a boca dele com a língua, apertava o meu corpo contra o dele e sentia o pau dele duro roçando por cima do meu pau mais duro ainda, eu estava pegando fogo já. Pra variar fui pro cangote dele, ele estava usando algum perfume caro e gostoso de macho, fiquei embriagado com o perfume do menino, e automaticamente fui mordendo o pescoço dele com muito tesão, nossa, ele era tão quente que podia jurar que a qualquer momento iríamos arder em chamas um agarrado no outro.

Quando consegui desgrudar do guri, olhei nos olhos dele e vi que ele tinha ficado sem fôlego com tantos beijos e amassos. Perguntei se ele queria um copo d'água, e ele aceitou. Queria tratar ele como um príncipe pois por mais que ele fosse um putinho que trepava com qualquer um por dinheiro, naquele momento ele era meu e somente meu. Trouxe um copo d'água pra ele e enquanto ele bebia fiquei olhando pro volume nas calças dele, o pau continuava muito duro, igual o meu.

Então em seguida, tirei a camisa dele e depois tirei a minha. Ele era bem lisinho, tanto no peito como nos braços, os únicos pêlos que eu pude ver eram debaixo do umbigo em direção ao pau, e eram bem poucos. Dava pra ver a cuequinha vermelha dele aparecendo por cima da calça. Mas ainda não era hora de tirar a cueca, queria saborear ele inteiro porém aos poucos. Daí fui direto pro peitinho, dei uma lambida e uma mordida nos mamilos dele, com carinho, e ele chegou a gemer de tesão, afinal todo cara gosta de uma mordida no peitinho.

Eu já estava louco de curiosidade pra ver os genitais dele, queria ver como era o pau, as bolas, a bunda e o cuzinho. Ele estava usando aquelas calças de corrida, então bastou baixar as calças dele para revelar o volume na cueca já toda molhadinha de tesão do pau dele, as coxas lisinhas sem nenhum cabelo. Ele então tirou os tênis e tirou fora a calça. O menino já estava seminu, lisinho, só de cuequinha vermelha na minha frente. Resolvi tirar minha calça também e ficar só de cueca.

Dei mais um grude nele, beijei denovo aquela boca quente e macia enquanto roçava o meu pau no dele só de cueca, nunca tinha sentido tanto tesão na minha vida só por estar me esfregando assim em outro homem. Então, eu precisava matar a minha maior curiosidade, que era ver o pinto, o saco, a bunda e o cuzinho do menino. Baixei a cueca dele até os joelhos e pulou pra fora aquela piça bem dura e encharcada de tesão, chegava a pingar o cabeção da piça de tanto tesão que ele estava. Em cima do pau tinha muito pouco pentelho, bem como eu imaginava. Me ajoelhei na frente dele, e desviei um pouco a atenção do pau pra poder ver as bolas, o menino tinha um saco bem grande e lisinho, com as bolas bem graúdas, do jeito que eu adoro. Eu já estava com água na boca pra saborear aquela piça e aquele saco.

Segurei firme no pau dele e comecei a lamber o cabeção. Então engoli aquele pau até a metade, e fiquei chupando, igual um bezerrinho mamando na teta. Senti bem o gostinho daquela piça, era muito saborosa. Depois de chupar bastante, tirei o pau da boca e parti pras bolas. Comecei lambendo o saco dele, lambi o saco inteiro, deixei todo úmido, fui abocanhando as bolas com carinho, e o safadinho gemia de tesão. Enquanto saboreava as bolas, eu passava a mão na bundinha dele. Era uma bunda totalmente lisa, gordinha e muito macia.

Depois de muito curtir o sabor do pau e do saco, me levantei e tirei fora a minha cueca. Meu pau também já estava pingando de tesão, então mandei ele se ajoelhar na minha frente e chupar meu pau e minhas bolas do jeito que eu tinha ensinado. E o putinho obediente cumpriu imediatamente as minhas ordens. Se ajoelhou, colocou meu pau inteiro na boca e mamou muito. Depois abocanhou minhas bolas e me levou a loucura com muitas linguadas quentes e suaves por todo o meu saco. Nossa, o carinha era boqueteiro mesmo, sabia fazer um boquete de qualidade como um grande profissional. Aproveitei pra elogiar ele e dizer que o boquete dele era uma delícia e ele deu um sorriso safado como se já tivessem dito isso antes.

Agora já estava chegando o momento mais esperado pra mim, experimentar o cuzinho do menino. Mandei ele se levantar, dei mais um beijo gostoso e molhado na boquinha dele, e mandei ele virar de costas pra mim. Ele obedeceu, se virou e eu pude observar com mais atenção aquela bundinha tão macia e lisa. Safado como sou, mandei ele caminhar até o outro lado da sala pra eu poder ver ele andando pelado. Ele foi caminhando e eu vi aquela bundinha gostosa balançando, e na volta ele veio andando na minha direção enquanto o pauzão grosso e empinado balançava pra cima e pra baixo.

Quando ele chegou denovo perto de mim, lambi os meus dedos médio e indicador, molhei bem eles, e passei a mão no meio das coxas dele por baixo do saco, pra alcançar a bunda. Enfiei devagar os dedos no meio da bunda dele assim por trás do saco, fui afastando as nádegas com os dedos até sentir o cuzinho. Nossa! Que cuzinho mais quente, parecia que tava pegando fogo! Pelo que senti, o menino já estava louco pra dar, com o cu em chamas. Comecei a massagear o cuzinho com muito carinho e vontade, preparando ele pra receber um pau grosso e comprido lá dentro, e ele se contorcia e gemia de tesão de pé na minha frente enquanto eu fazia movimentos circulares com os dois dedos em volta do olhinho do cu dele. Quando vi que ele já estava louco de tesão e que o cuzinho já estava bem soltinho, com as pregas já bem relaxadas, enfiei sorrateiramente o dedo do meio lá dentro bem fundo. Ele quase deu um pulo, um gemido de tesão que eu pensei até que ia gozar. Se só eu enfiando o dedo ele já se contorceu todo daquele jeito imagina quando eu fosse socar a piroca com força!

Fiquei brincando com o cuzinho do guri assim de frente por baixo do saco, mas eu queria ver bem de pertinho como estava o estado daquela cuceta (cuceta é como eu chamo um cu que é usado como buceta). Mandei ele tirar fora a cueca (que estava só até os joelhos), ir até a minha poltrona e ficar de quatro em cima dela. Ele obedeceu, subiu na poltrona e ficou de quatro igual um cachorrinho.

Na hora que ele ficou de quatro aquela bundinha logo se abriu, exibindo o cuzinho liso e rosado que eu nem tinha visto ainda, apenas tocado. O cuzinho já estava assim um pouco arreganhado pois eu tinha acabado de enfiar os dedos nele. E eu estava disposto a brincar mais com ele. Foi então que, com os dedos, fui arregaçando devagar aquele cuzinho, abrindo bem a bunda e o olhinho rosado. Já estava tão arreganhado que dava pra ver lá dentro do cu. Não resisti e meti uma linguada quente e molhada naquela cuceta fogosa. Ele deu um gemido mais alto do que tinha dado quando eu dei aquela dedada profunda. Lambia em volta, enfiava a ponta da língua dentro, nossa, encharquei aquela cuceta que já estava roxa de tanto eu arregaçar e chupar ela.

Meu pau não aguentava mais de tesão, estava duro como uma pedra, pingando e latejando. Olhei bem pro menino ali de quatro na minha poltrona, um rapaz tão gostosinho, tão safado, submisso, que cumpria todas as minhas ordens sem titubear, ele merecia um prêmio, como falei queria tratá-lo como um príncipe naquela noite. Então falei pra ele que ele era tão bonzinho e obediente que eu iria lhe dar uma recompensa. Perguntei se ele queria o meu pau dentro do cu, e sem pensar duas vezes, com a voz trêmula, me disse que sim. Perguntei se ele queria que eu enfiasse devagar, ou se preferia que eu socasse com força lá no fundo, e ele disse que era eu quem mandava. Perguntei por último, se ele queria tomar no cu de quatro mesmo ou se preferia ficar em outra posição, então ele disse que eu podia comer ele de quatro primeiro e depois trocar de posição.

Avisei que ele teria que pedir pra receber. Então ele começou tímido pedindo:

- Me dá piça...
- Mas pede com vontade!
- Eu quero a tua piça no meu cu, me dá...
- Cara não é assim que funciona, pede com educação!
- Por favor, me dá o teu pau, eu quero o teu pau dentro do meu cu...
- Humm agora melhorou. Quer o meu pau aí dentro? Se prepara então...

Segurei ele pelas ancas ainda de quatro na poltrona, encostei o cabeção molhado da pica no cuzinho e enterrei com vontade dentro da carne do menino. Ele chegou a dar um pulo na poltrona comigo no meio das coxas dele quando sentiu a fisgada. Meu pau estava duro demais, igual uma pedra, e entrou inteiro até o talo, só o meu saco ficou de fora roçando no saco dele por baixo. Tirei e botei denovo bem devagar, pra sentir bem gostoso aquele cuzinho deslizando em volta do meu pau. Nossa, o cu do menino era muito apertado e fervendo de quente, nunca senti tanto tesão no meu pau.

Estava eu ali comendo aquele cu gostoso de quatro, aumentei pra velocidade 2 e ele ali gemendo de tesão e eu igualmente delirando. Aumentei pra velocidade 3, já tava socando com toda a minha força e já estávamos suando naquele entra e sai da minha piroca no meio daquela bunda macia, chegava a fazer barulho quando o meu pau penetrava inteiro a bunda dele batia contra as minhas coxas. Quando cansei daquela posição, retirei o pau do cu e mandei ele ficar de franguinho assado na poltrona ainda. Ele obedeceu, levantou e foi denovo pra cima da poltrona, dessa vez deitado com as pernas pra cima igual um franguinho, exibindo e arreganhando bem o cu, nossa o cu dele tava muito aberto, porque eu meti com força e meti muitas vezes, o menino estava totalmente arrombado já.

Agora de franguinho e com o cu arrombado, tasquei-lhe a piroca de volta dentro do cu com mais tesão ainda, enterrei até o talo denovo e ele deu um grito de tesão, olhei bem nos olhos dele e perguntei:

- E aí tá gostoso?
- Tá... - ele respondeu ofegante e com a voz trêmula
- Quer mais piça?
- Quero...

Atendendo ao pedido dele, dei mais piça pra ele. Soquei naquela cuceta arrombada de franguinho na velocidade 3, eu entrava e saía com força de dentro dele, adorava quando eu estava todo dentro e ficava bem no meio das coxas dele, nossa, eu sentia como se estivesse possuindo o menino, me sentia mesmo dentro dele. Depois de um tempo, quando cansei dessa posição, mandei ele levantar e ir pro meu quarto.

Fomos pro quarto e me deitei de barriga pra cima. Mandei ele subir em cima do meu pau e cavalgar. E ele como sempre um putinho submisso, me obedeceu, veio por cima, de cócoras de frente pra mim, e encaixou a cuceta toda arregaçada no meu pau até o talo. Nossa que tesão fuder aquele cu todo arrombado daquele jeito, eu adoro ver o cuzinho arrombado e saber que fui eu quem arrombou e deixou naquele estado!

Ele começou a subir e descer no meu pauzão, de cócoras igual uma galinha botando ovo. E eu só delirando, curtindo aquele rabinho quente e apertado. Mandei ele se virar, e ele virou de costas pra mim, ainda de cócoras no meu pau, e continuou a cavalgar. Ele fazia bem rápido, louco pra que eu gozasse, e eu já estava realmente louco pra gozar.

Mandei ele tirar o meu pau do cu e levantar, ele obedeceu, então falei que queria gozar bem no meio do olho do cu dele. Mandei ele voltar pra sala e ficar de quatro em cima da poltrona denovo igual antes. Parei atrás dele e comecei a bater uma punheta deliciosa enquanto passava o dedo em volta daquele cu arrombado. Quando senti que ia gozar, tirei o dedo do cu dele e apontei a cabeça do meu pau bem pro meio do cu, mirei bem e em seguida gozei. Gozei com tanta força que ejaculei um jato de sêmem bem no meio do cu do menino, um pouco da porra chegou até a entrar, e ficou escorrendo pelo campinho, pingando no chão.

Mandei ele levantar pra irmos tomar banho. Ele levantou, eu abracei ele forte, dei um beijo demorado naquela boquinha ofegante, Fomos pro banho e eu ajudei ele a se limpar, limpei a minha porra da bundinha dele, e quando peguei no pau dele, vi que estava todo melado de porra. O safadinho também tinha gozado com o meu pau no cu e eu no auge do meu orgasmo nem percebi os gemidos dele enquanto gozava. Saímos do banho, ajudei ele a se secar, e voltamos pra sala. Olhei bem nos olhos dele e declarei:

- Nossa que foda bem gostosa, adorei te conhecer e te saborear todinho.
- Foi muito bom, gostei também. Você me tratou muito bem.
- Sim, eu quis te tratar como um príncipe pois essa noite você foi só meu.
- Que bom... eu não vou te cobrar...
- Como assim não vai me cobrar? Pensei que você fosse garoto de programa...
- Sim mas eu gostei tanto dessa foda que valeu cada minuto, foi uma trepada que dinheiro nenhum jamais vai poder pagar.
- Nossa... se é assim então, obrigado.
- De nada. Vai rolar denovo?
- Se você quiser, vai sim. Com certeza quero te saborear mais vezes, você é uma delícia de guri.
- Que bom então, estou sempre no mesmo lugar, quando quiser venha me ver.
- Vou com certeza...

Vestimos então as roupas, empurrei ele contra a porta do apartamento, e dei um beijo demorado e passional como sempre. Abri a porta e na curiosidade perguntei:

- Desculpe ser intrometido, mas qual é o seu nome mesmo?

Ele parou, pensou por um momento, e respondeu hesitante:

- Bruno. Meu nome é Bruno...
- Bruno???

Então ele me olhou bem no fundo dos olhos por mais alguns segundos, deu as costas e foi embora...

domingo, 30 de março de 2014

Noites Alucinantes em Porto Alegre

Olá! Depois de quase 1 ano sem nenhuma novidade, estou aqui para falar um pouco sobre a minha vida noturna GLS na cidade onde eu moro, que é Porto Alegre.

Pra quem mora aqui ou já conhece a maior metrópole do sul do Brasil e uma das maiores e mais populosas do país, acredito que o que diz este artigo não é novidade, pois quem vive em Porto Alegre sabe que essa cidade ferve sete dias por semana, especialmente sextas e sábados. Os que não conhecem muito da cidade provavelmente vão querer fazer as malas e vir pra cá depois de saber o que rola nos cantos obscuros da capital dos gaúchos.

Preciso começar dizendo que o que não falta em Porto Alegre são bares e boates GLS. Desde bares, danceterias, boates até inferninhos. Não conheço tantos assim pois comecei a explorar esses lugares faz apenas 1 ano, mas os poucos lugares que conheço provavelmente estão entre os mais frequentados. Como eu não posso falar de lugares que eu não conheço, vou basicamente comentar os lugares onde eu já fui. No final do artigo eu coloquei uma lista com os endereços dos lugares que eu frequento, para que você possa conhecer também.

Minhas noites mais alucinantes em Porto Alegre geralmente seguem um roteiro bem básico, que é barzinho, boate e inferninho. Primeiro, a gente passa em algum barzinho pra "abastecer o tanque" (isto é, pra se preparar pra encarar a madrugada a frente), e bares é o que não falta no bairro Cidade Baixa, que se eu não estou enganado é o bairro com a maior concentração de bares da cidade. Um barzinho que eu costumo frequentar lá é o Porto Carioca, bem pequeno mas confortável. Bom pra tomar uma cervejinha básica, conversando com os amigos e observando o movimento nas mesinhas que ficam ao longo da calçada, do lado de fora. Se estiver com fome dá até pra pedir algo pra comer, teve algumas vezes que comemos porções de batata-frita, bom e rápido. Não tenho mais muito o que comentar sobre esse lugar. Geralmente quem frequenta lá é mais o pessoal GLS, esse bar fica localizado na Rua da República, 188, uma das ruas mais badaladas da cidade, aos finais de semana aquele lugar simplesmente ferve. O melhor horário eu diria que é entre 20:00 e 21:00, e eu costumo esticar até a hora de ir pra boate, que seria entre 23:00 e meia-noite.

Depois do barzinho, ali perto da meia-noite, já bem alegrinho por causa da cerveja e tudo mais, é hora de partir pra alguma das várias boates espalhadas pela cidade. Aí eu geralmente tenho várias opções mas costumo ficar entre duas: a Refugiu's Mega Danceteria que dizem que é a maior boate GLBT do sul do Brasil (não sei se é verdade mesmo porque não conheço muitas outras) e uma boate bem menor chamada Indy Pub, também conhecida como Indiscretus, também chamada de Indy, sei lá qual é o nome certo do estabelecimento, só sei que é uma mistura de bar, danceteria e darkroom. Rola festa também numa boate chamada Vitraux, que vou comentar depois, e tem outros "esconderijos" que pretendo apresentar também ao longo deste artigo.

Primeiro vou falar da Refugiu's. Essa danceteria é LGBT mas vai bastante casais hétero também. Fica no bairro Menino Deus, na rua Marcílio Dias, 290, uma rua bem próxima de um grande e famoso shopping em Porto Alegre, o Shopping Praia de Belas. Lá é uma casa bem grande de dois andares, e tem 3 pistas, a principal que toca tudo quanto é tipo de música eletrônica (a música é muito boa por sinal), a pista pop que toca música pop, pagode, funk, etc. e a pista acústica onde tem várias mesinhas pra relaxar curtindo shows ao vivo. Além das pistas tem uma salinha fechada que seria o "lounge", onde tem vários puffs pra sentar, deitar e descansar, tem uma TV que sempre fica passando algum show, e um aquário. A casa é toda informatizada então a comanda é um cartão magnético que eles passam na máquina sempre que se compra alguma coisa. As pessoas precisam fazer um cadastro da primeira vez, lá na entrada mesmo, é só levar a carteira de identidade como de costume. A entrada lá custa 25 reais, se não me engano antes da meia-noite tem um descontinho e passa a ser 23 reais. De vez em quando eles organizam umas festas temáticas especiais, sempre tem que ficar atento pra saber o que vai rolar em uma determinada noite, porque em noite dessas festas especiais a casa fica simplesmente lotada e tem filas enormes que chegam a dobrar a quadra, teve uma vez que fiquei quase 2 horas (ou mais) na fila pra conseguir entrar na festa de aniversário da casa. Eles abrem lá pelas 23hs e costuma fechar quando amanhece, em geral perto das 6 da manhã o lugar já está quase vazio. Em noites especiais quando tem o chamado "After Now", a casa permanece aberta até o meio-dia. Preciso citar o lado ruim do estabelecimento também. Você provavelmente não vai gostar de 4 coisas. Começa pelos atendentes. Os atendentes lá (não todos mas a maioria) são uma gente bem ignorante, te atendem com cara de nojo como se estivessem te fazendo um favor. É aquele tipo de gente que está lá só porque precisa, não porque quer. Como falei não são todos, mas uma maçã podre sempre acaba estragando o pomar. Outra coisa ruim é o calor no verão. Tem ar condicionado, mas é tão ineficiente que você vai suar muito, tem noites que mal dá pra ficar muito tempo na pista porque com aquele calor infernal e aquela multidão de gente se espremendo, você quase derrete. Mais uma coisa pra reclamar, são os banheiros. Quando você chega no começo da noite, tá tudo bem, tudo certinho, mas daqui a pouco fica completamente podre de sujo, as pessoas fazem de tudo lá dentro, se é que me entende. Uma última coisa que eu não gosto e que você também provavelmente não vai gostar é o público. Tem muita gente grossa, se não tomar cuidado as pessoas te empurram, te pisoteiam, te dão cotovelada, e não estão nem aí. Além disso sempre teHorm gente se drogando. Os seguranças não fazem absolutamente nada, só ficam andando pra lá e pra cá fingindo que estão cuidando alguma coisa, quando na verdade só estão esperando chegar a hora de fechar a casa. Mas enfim, é um lugar bom mas pra ser frequentado com moderação porque depois de algumas noites acaba enchendo o saco.

Hora de falar da outra boate, o Indy Pub, também chamado de Indiscretus, também chamado de Indy, como comentei no início eu não sei o nome exato do lugar. Essa boate é uma casa relativamente pequena, fica meio escondido na rua Visconde do Rio Branco, 390, no bairro Floresta. Lá o negócio é mais "quente", se é que me entende. Na frente é tipo uma pista de dança entre mesas e sofás, mais atrás tem um barzinho, e passando o bar tem um labirinto escuro, mais conhecido como darkroom. Três coisas são típicas desse lugar: os gogo boys, os shows, e o público que costuma ser bem menos "sofisticado" que quem frequenta boates bem mais badaladas como a Refugiu's, por exemplo. Sempre tem umas festas temáticas, como a "festa dos Bears", que enche de gordinhos peludos, mais conhecidos como "ursos". Nessa festa das vezes que fui rolava chopp grátis até um certo horário. Rola também uma tal de "festa da piroca" que tem até sorteio de piroca (não me pergunte do que se trata kkk), entre outras coisas. Geralmente durante a primeira parte da noite os gogo boys ficam dançando todos suados sem camisa no meio da pista encima das mesas. Tem gente que vai e pega neles, passa a mão, bem normal. Depois mais tarde tem o show da Maria Helena Castanha, uma travesti, costuma ser bem engraçado, ela faz um rápido show de humor e chama aleatoriamente o pessoal pra falar no microfone. Depois aos poucos começa a esvaziar e acabou. Durante toda a noite os caras vão se divertir no darkroom. É tipo um labirinto, não dá pra enxergar quase nada, e rola aquela pegação que se espera de qualquer darkroom. Pegação rola também no banheiro, eu vejo direto acontecer e já aconteceu comigo. Aliás me parece que isso rola em qualquer lugar lá dentro, é só ter a oportunidade. Em geral é isso, o que eu gosto mais de lá é que as pessoas não são tão ignorantes como na Refugiu's por exemplo, quem frequenta lá costuma ser um povo mais simples e menos cheio de si, então acaba sendo mais divertido dependendo da noite e do seu humor. Ah, já ia esquecendo de dizer, a entrada lá aos sábados costuma ser 20 reais até a 1:00 e 25 reais depois. Essa não abre só sábado, parece que durante a semana rola festas também mas não sei como é nesses dias. Durante a semana parece que a entrada é 10 reais. Vale a pena.

Outra boate que eu só fui uma vez numa sexta-feira é o Vitraux. O Vitraux fica bem no centro de Porto Alegre perto da Rodoviária, na Rua da Conceição, 492. Fica junto à saída do chamado Viaduto da Conceição. Lá abre sexta, sábado e até domingo, até onde eu sei. Esse lugar abre bem cedo, começa pelas 20:00 e costuma terminar bem antes das 5:00. Lá tem duas pistas, pelo que entendi uma é pop e outra e eletrônica, mas como fui uma única vez não tenho muito o que comentar sobre esse lugar, apenas que é uma boate decente pra curtir a sexta e o domingo, dias em que geralmente as outras boates mais badaladas estão fechadas. O público lá, como no Indy Pub, é um povo mais simples e menos ignorante do que na Refugiu's, e a música é bem legal, toca todas as novidades. A entrada é 20 reais até as 22:00 e depois é 25 reais, o preço padrão da entrada nas boates aqui em Porto Alegre. Acredito que vale a pena conhecer.

Bom, essas foram as boates que eu já frequentei. Depois da boate, mas nem sempre, rola o after. O meu after costuma ser num inferninho. Vou falar sobre o que eu costumo ir, que é um lugar chamado Sexy Vício, ou algo assim (eu sempre chego meio bêbado então não lembro direito nem do nome do lugar). Costumamos abreviar o nome dese lugar pra simplesmente "Sexy". Antes, pra quem não sabe o que é um inferninho, esse tipo de lugar é onde rola as maiores putarias, que todos nós gostamos mesmo que não queiramos admitir. A tal da Sexy fica escondida na Rua Comendador Coruja, 102, no bairro Floresta. Essa rua fica quase do lado da Rodoviária, na esquina com a Avenida Farrapos, uma das maiores e mais movimentadas avenidas de Porto Alegre. Até onde eu sei, a partir de umas 3:00 ou 4:00 da madrugada é a hora de maior movimento na Sexy. Esse lugar é dividido em 4 salas, uma atrás da outra: na frente é o bar, atrás do bar é a pista de dança, tem um palco no fundo mas nunca vi ninguém se apresentar nele, as pessoas usam como banco e ficam sentadas na volta ou ficam dançando encima. Atrás da pista tem uma salinha com uma TV e várias cadeiras onde fica passando filmes pornô e os caras ficam batendo punheta, e atrás dessa sala tem o darkroom, a sala escura que é a própria definição de inferninho. Posso resumir esse lugar como a sodoma e gomorra de Porto Alegre. A putaria ali é forte. Tem bastante garotos de programa. As pessoas fumam em qualquer lugar apesar da lei que proíbe cigarros dentro de estabelecimentos públicos. É um lugar meio sujo e decadente, até pela própria natureza do que acontece lá dentro. Mas muita gente gosta e muita gente frequenta, afinal de contas é o que se espera de um inferninho. Você vê os caras com o pau de fora transitando pelo lugar, você vê gente usando drogas, esse tipo de coisa. Não rola briga, pelo menos eu já fui várias vezes e nunca aconteceu nada, pelo menos nesse sentido o lugar é bem "tranquilo", se é que eu posso dizer assim. Mas o mais interessante acontece no darkroom. Lá o pessoal se come, literalmente. Rola de tudo, pegação, arreto, chupação, sexo, surubas, tudo mesmo. Essa noite mesmo eu fui e não sei como saí vivo lá de dentro. Tem um canto especial lá no darkroom que fica bem no fundo à direita, é uma pequena entradinha estreita sem saída, tipo um cubículo, e ali é que pega fogo porque as pessoas ficam espremidas, o espaço entre as pessoas é muito menor, e é mais escuro do que no resto da sala. Eu me enfiei naquele canto e quando me dei conta eu já estava me pegando com uns 4 ou 5. Tinha até filho de deputado no meio da putaria. E depois que você entra naquele canto e os caras começam a se amontoar, fica difícil de sair. Eu fui obrigado a fugir de lá porque eu estava pingando de suor, minha camiseta encharcada, tamanha a putaria. Mas enfim, se você gosta de uma putaria, a Sexy é o lugar. Lá fica aberto até tarde, não lembro direito até que horas, mas acho que vai até o meio-dia. Infelizmente eu não me lembro também quanto custa a entrada lá, como falei eu costumo chegar lá mais bêbado do que sóbrio, mas provavelmente deve ser o preço padrão das outras boates, entre 20 e 25 reais, não me lembro mesmo.

Além da Sexy, aliás do outro lado da mesma rua, no número 189, tem outra boate chamada After Bar. Eu fui apenas uma vez e me parece que é uma boate GLS também. Não conheci muito da vez que fui, só vi que tem um bar na frente e uma pista pequena no fundo. Me disseram que subindo umas escadas dá pra encontrar um darkroom, mas não cheguei a conhecer, não posso confirmar. É uma alternativa se você não quiser ir pra putaria pesada e quiser apenas curtir um after. Me parece que esse lugar fica aberto até bem tarde, acho que até o meio-dia, mas não posso confirmar também porque quando fui não fiquei até muito tarde. A entrada não lembro quanto custa mas parece que é em torno de 25 reais, denovo, o padrão.

Basicamente, esse costuma ser o meu roteiro de sábado à noite em Porto Alegre, resumindo: em torno das 22hs um barzinho pro aquecimento, depois perto da meia-noite é hora de partir pra uma boate, e depois perto das 4hs da madrugada rola o after pra encerrar com chave de ouro em algum inferninho.

Pra curtir durante a semana, quero comentar também sobre um outro estabelecimento pra considerar na sua aventura em Porto Alegre, que é a Eróticos Vídeos Club, também conhecida simplesmente como EV pelos mais íntimos. Esse lugar fica na Av. Alberto Bins, 786, bem no centro da cidade perto da Rodoviária, e é basicamente uma mistura de várias coisas: locadora de filme pornô, sauna, bar, e labirinto. São 3 andares. Embaixo é a locadora, no segundo andar é o bar e a sauna, e no terceiro andar tem o labirinto e as cabines de vídeo. As cabines são salas onde você pode levar um filme pornô pra assistir, tem as individuais e a coletiva. O labirinto é onde os caras ficam caçando e se pegando, ao longo desse labirinto tem umas "salas" com um sofá e uma tela grande onde fica passando algum filmê pornô e os caras ficam assistindo e batendo punheta como é de se esperar. Tem também uma salinha, tipo um cubículo apertado, que dá pra trancar por dentro, onde rola alguma pegação mais íntima quando você quer ficar à sós com outro cara sem ter ninguém assistindo. Além disso ainda tem um quarto com uma cama grande de casal, você já sabe pra quê. Importante lembrar que lá é proibido garotos de programa. É um lugar bem interessante pra conhecer, e abre todos os dias, mas somente durante o dia. De segunda à sexta abre das 11 da manhã até as 22:00. Sábado, domingo e feriado abre das 14:00 até as 22:00. A entrada é 21 reais, mas se for pra sauna daí é 28 reais, ou algo assim, é melhor você conferir no site oficial deles só pra ter certeza.

E não é só isso. Porto Alegre é uma metrópole, uma cidade enorme da qual eu não conheço nem metade da metade. O que não falta aqui são bares, boates e esconderijos, pra todos os gostos e estilos, pra todas as horas e todos os dias da semana. Se você conhece mais algum lugar interessante deixe seu comentário para que possamos descobrir! Confira a seguir os endereços dos lugares que eu comentei no artigo e conheça você também.

Resumo dos Locais:

Bar Porto Carioca
Rua da República, 188, Cidade Baixa

Refugiu's Mega Danceteria
Rua Marcílio Dias, 290, Menino Deus
Próximo ao Shopping Praia de Belas
Entrada: R$ 25
Abre aos sábados e vésperas de feriado.

Vitraux
Rua da Conceição, 492, Centro Histórico
Próximo ao Viaduto da Conceição e da Rodoviária
Entrada: R$ 25
Abre sexta, sábado, domingo e vésperas de feriado.

Indy Pub (Indiscretus)
Rua Visconde do Rio Branco, 390, Floresta
Entrada: R$ 25 (Sábado), R$ 10 (durante a semana)
Abre sábado e outros dias da semana, não sei exatamente

Sexy
Rua Comendador Coruja, 102, Floresta
Quase do lado da Rodoviária
Entrada: deve ser em torno de R$ 25, não lembro kkk
Abre aos sábados, não sei se abre nos outros dias

After Bar
Rua Comendador Coruja, 189, Floresta
Do outro lado da rua da Sexy
Entrada: deve ser em torno de R$ 25, não lembro kkk
Abre aos sábados, não sei se abre nos outros dias

Eróticos Vídeos Club (EV)
Av. Alberto Bins, 786, Centro Histórico
Perto da Rodoviária
Entrada: R$ 21, mas pra sauna é R$ 28
Abre todos os dias mas sempre fecha às 22:00

domingo, 28 de julho de 2013

Vídeo: Sexo sem penetração

Curte ou já ouviu falar em sexo sem penetração? Sabe como se faz? Ou está afim de aprender essa arte? Então confira neste vídeo explícito como fazer um sexo bem gostoso sem penetração com outro macho:


domingo, 21 de julho de 2013

Greg & Joey - O melhor filme pornô amador de todos os tempos

Você que curte filme pornô amador... já ouviu falar em Greg & Joey? Não? Então prepare-se, porque esse é o melhor filme pornô gay amador já gravado de todos os tempos.

O filme tem uma duração de aproximadamente 1 hora e 36 minutos, e trata-se de dois caras transando fodas selvagens no quarto. Ninguém sabe ao certo a origem deste filme, que surgiu nos anos 90 antes do advento da internet e do streaming de vídeo, e nem a identidade dos rapazes. Existem rumores de que eles são irmãos, meio-irmãos, primos, ou até que o passivo seja namorado da irmã do ativo, mas nenhum destes rumores foi confirmado até hoje.

Confira, se tiver fôlego...


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Gatinhos dormindo

Véi, na boa...
Olha e diz se não dá vontade de fazer um carinho e dormir agarradinho?

Detalhe pra bundinha cabeluda... nada mais masculino do que uma bundinha cabeluda. Imagina chegar de mansinho por cima da cama sem acordar ele, tirar o pinto pra fora e colocar só a cabecinha bem devagarinho naquele cuzinho cabeludo... hummmm... fiquei até de pau duro agora.






domingo, 11 de novembro de 2012

Diário de uma Postectomia (Cirurgia de Fimose)

Atualizado em 25/11/2012

Quero dedicar este artigo aos que recentemente fizeram ou pretendem fazer a postectomia, mais conhecida como "cirurgia de fimose". Eu acabo de passar pela primeira parte, que é a cirurgia propriamente dita, fiz ontem e a partir de então estou em recuperação, peguei 10 dias de atestado médico. Aqui quero relatar como foi a cirurgia e o dia-a-dia do pós-operatório que é temido por muitos que lêem a respeito deste procedimento.

O que é a postectomia e pra que serve?

Pra quem não sabe, a postectomia é mais conhecida como a "cirurgia de fimose", e consiste literalmente em cortar fora a pele que recobre a glande (a cabeça) do pênis. Serve pra melhorar alguns aspectos como a higiene, porque fica mais fácil lavar e limpar, a sensibilidade aos poucos deve diminuir porque a glande ficará sempre descoberta, dizem que diminui as chances de contrair câncer de pênis, que diminui a chance de contrair HIV/AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, entre outras vantagens. Uma das desvantagens mais comentadas é a de que após a cirurgia, o prazer sexual diminui. Eu não posso confirmar isso porque ainda estou em recuperação e ainda não posso sentir a diferença. Mas alguns dizem que diminui um pouco, outros dizem que diminui bastante, então acho que deve ser subjetivo e depende da pessoa.

Como é a cirurgia?

A postectomia é realizada por um ou mais médicos urologistas sob anestesia local (e em alguns casos - principalmente em crianças - anestesia geral). A anestesia consiste em algumas injeções diretamente no pênis para tirar a sensação de dor. Apesar de tirar um pouco da dor, não tira a sensação de toque então você sente todo o procedimento, do início ao fim. Em outras palavras, dói, e dói muito. O procedimento é bem rápido e leva em torno de 1 hora incluindo a preparação, anestesias e curativos. Em geral o paciente recebe alta no mesmo dia, e logo após a cirurgia já pode ir pra casa.

Quanto custa uma postectomia?

Pra quem está curioso sobre quanto custa no total uma cirurgia dessa, tudo depende do hospital, do médico, do tipo de anestesia, entre outras coisas. No meu caso, incluindo todas as despesas, ficou por R$ 1700,00.


O dia da minha cirurgia (10/11/2012)


Fiz a cirurgia ontem, dia 10 de novembro de 2012, aos 24 anos de idade. Não quero assustar ninguém, mas esse dia foi o pior dia da minha vida.

Bom, cheguei no hospital antes das 8 da manhã, bem tranquilo e sossegado, mal sabia eu o horror pelo qual eu iria passar. Quando chegou a minha vez, uma enfermeira me levou até uma salinha onde eu guardei todos os meus pertences em um armário com cadeado. Tive que tirar toda a roupa, ficar completamente nu, e colocar aquelas roupas verdes e largas, próprias para cirurgia. Então coloquei tipo uns "chinelos" de pano e uma touca na cabeça cobrindo os cabelos. Saí dessa salinha e fui levado pela enfermeira até o centro cirúrgico.

Esperei sentado por mais uns minutos e depois fui levado para a sala de cirurgia, me deitei na mesa, aquela mesa cirúrgica típica com as lâmpadas gigantes por cima e tudo mais. As enfermeiras começaram a preparar as injeções da anestesia. Então alguns minutos depois um dos médicos chegou, e depois o outro. No total eram mais ou menos umas 5 pessoas na sala: os dois médicos urologistas, e umas 3 (ou mais) enfermeiras que entravam e saíam da sala toda hora. Eles colocaram um suporte de metal por sobre mim mais ou menos na altura do meu peito e penduraram o lençol, para que eu não pudesse ver nada e que minhas mãos ficassem longe do local.

Foi então que começou o procedimento. Passaram algum líquido gelado no meu pênis e na região em volta, tipo um álcool ou algo assim, não sei exatamente porque com aquele lençol na minha frente não dava pra enxergar nada que estava acontecendo. Depois, levantaram a minha perna direita e colocaram uma placa metálica por baixo, largaram a minha perna encima dessa placa e senti que estava coberta de um substância gelada, tipo um gel, e as enfermeiras disseram que eu não deveria nunca levantar a perna daquela placa. Não faço a mínima idéia do que era aquela placa ou aquela substância.

Em seguida começaram a aplicar a anestesia. Senti uma injeção bem pequena no lado direito do corpo do pênis, foi tão pequena que mal deu pra sentir, só uma dor vaga e rápida. Pois essa foi só a primeira. Senti que deram outra, e outra, não lembro quantas injeções no corpo do pênis eles me deram, só sei que as piores de todas foram as que deram na glande, isto é, bem na cabeça do pênis. Senti a agulha entrando profundamente desde a cabeça, e doeu, doeu pra caralho, literalmente. Pensei em desistir, em fugir de lá, mas não ia adiantar nada, afinal eles já tinham começado o procedimento e eu não poderia sair de lá até que terminassem. Depois dessas injeções, eu comecei a perder a sensação dolorosa no pênis, só sentia tocarem e mexerem, era como se estivesse tudo dormente ali.

Depois disso, só sentia eles mexendo no meu pênis, talvez estivessem cortando já a pele fora, não sei ao certo porque como já falei eu não vi nada por causa do lençol que eles colocaram na frente. A parte mais horrível foi talvez a hora de dar os pontos. Sentia a agulha entrando e saindo, e doeu pra caralho, mesmo com anestesia. Cheguei a berrar e morder o lençol de dor, queria morrer naquele momento. Aquele pesadelo durou acho que mais uns 15 minutos, mas parecia uma eternidade de tortura.

Passado todo aquele horror, disseram que estavam fazendo o curativo. Em seguida, me colocaram numa maca e me levaram pra outro canto, onde eu fiquei me recuperando do trauma por umas 2 horas. Qualquer coisa que eu me mexia, sentia umas fisgadas no pênis, acho que por causa dos pontos. Enquanto isso as enfermeiras ficaram conversando comigo, medindo a minha pressão arterial e colocaram um aparelho na ponta do meu dedo para medir os batimentos cardíacos. Depois desse tempo que fiquei descansando um funcionário do hospital se ofereceu para me dar uma carona até em casa porque eu tinha ido de ônibus e não tinha ninguém para me buscar de carro. Antes de ir embora, passei no banheiro para urinar, e não foi doloroso, só deu uma aflição de ter que mexer no pênis daquele jeito todo enfaixado só com a pontinha da cabeça aparecendo. O curativo estava meio ensanguentado na ponta perto da glande, mas não tive nenhuma dificuldade nem dor para urinar pela primeira vez após a cirurgia, foi tranquilo.

E foi isso. Um pesadelo, o pior dia da minha vida. Por isso eu recomendo: Vai fazer postectomia? Exija anestesia geral. Mas não peça, exija mesmo. Porque se você pedir o médico vai insistir que não precisa, que a anestesia local é suficiente, que a anestesia geral tem riscos, e blá-blá-blá. Mas a anestesia local não resolve muito, então você tem que exigir a anestesia geral, afinal de contas é você quem vai pagar pelo procedimento então tem direito de no mínimo não sofrer o mesmo inferno que eu sofri. Se ele recusar a dar anestesia geral, procure outro médico, pelo seu próprio bem. Tudo o que você ouvir por aí de que a postectomia não dói é mentira só para que você não tenha medo. Escute o que eu digo: Dói, e dói MUITO. Palavra de quem passou por isso.


O pós-operatório


1º Dia - Sábado, 10/11/12

O primeiro dia não foi tão ruim assim. Quase não doeu, só no começo quando eu tinha acabado de chegar em casa do hospital, quando eu caminhava dava umas fisgadas ali nos pontos, quando eu sentava também, qualquer coisinha que encosta na cabeça do pênis, dói, e é uma dor insuportável mas rápida, por causa da sensibilidade. Tomei um Paracetamol, que é o remédio para diminuir a dor, e parou de doer nos pontos (mas a sensibilidade da glande continua igual como sempre). Eu estou com o curativo e só posso trocar na próxima segunda-feira, dia 12. Eu nem acredito que tive coragem de fazer a cirurgia, e por alguns momentos até me arrependi, mas sei que depois que caírem os pontos e passar a sensibilidade, vou ficar feliz de ter feito. Eu não vi o pênis ainda sem o curativo, nem sei como ficou, só da pra ver a cabeça porque fica a pontinha dela exposta, pra poder urinar. Ela tá bem seca e esbranquiçada, e tem uns dois pontinhos pretos por cima, acho que devem ser os lugares onde entrou a agulha pra aplicar a anestesia. Dá pra ver também que tem um ponto preto um pouco embaixo da saída da uretra, acho que foi o ponto que deram no freio, mas não sei ao certo o que é. A noite foi tranquila, tive que acordar de madrugada algumas vezes para tomar alguns remédios que o médico me receitou: Cefalexina e Nimesulida. Um é antibiótico e outro é antinflamatório ou algo assim. Além disso tomei o Paracetamol denovo pra evitar a dor dos pontos, e praticamente nem doeram, só umas fisgadas de leve. Não tive ereções noturnas, ainda bem, porque não pode ficar de pau duro, senão podem se romper os pontos. Enfim, esse 1º dia do pós-operatório foi razoavelmente tranquilo, a pior coisa é a sensibilidade na glande, o resto quase não incomoda.

2º dia - Domingo, 11/11/12

O primeiro domingão de circuncidado foi tranquilo. Quase não tive dores nos pontos, as fisgadas que tinha sentido no primeiro dia não senti nenhuma vez mais. A única dor que permanece é a da sensibilidade na glande, que dizem que depois de algum tempo de operado passa porque acaba acostumando. Os dois pontinhos pretos por cima da glande que eu imagino que eram da injeção da anestesia, agora estão vermelhos, e a glande tá meio amarelada, acho que o meu pênis tá meio inchado, o que é normal depois de uma cirurgia dessas. A pior parte foi a madrugada de domingo pra segunda. Acordei algumas vezes na madrugada com ereções involuntárias, só que o pênis não chegava a ficar completamente ereto, só inchava um pouquinho, ficava tipo "meia-bomba" por uns minutos, e isso fazia esticar e doer um pouco os pontos, mas só um pouco mesmo, deu mais aflição do que dor. No final das contas não estou sofrendo tanto quanto pensei que sofreria nos primeiros dias do pós-operatório. Amanhã terei que trocar o curativo e vou ver pela primeira vez como ficou o pênis.

3º dia - Segunda, 12/11/12

Essa segunda-feira foi tensa. Foi a primeira vez que troquei o curativo, e vi como ficou o aspecto do pênis. Tá tudo costurado obviamente, o médico costurou a pele restante bem próximo da glande, encostada bem atrás dela, não dá pra ver nenhum espaço entre a glande e a pele. A glande tá meio amarelada na ponta, e avermelhada atrás, tá meio ressecada também. Os pontos estão todos ali pelo que vi, e na hora de tirar o curativo doeu um pouco só, acho que levei uns 15 ou 20 minutos pra poder tirar todo o curativo, pela aflição que dá, e pelo medo de arrancar algum ponto sem querer. Acho que não tirei nenhum ponto, ainda bem. A glande tá muito sensível, sinto mais desconforto quando roça alguma coisa nela, quando só encosta a gaze não dói. Notei que o pênis tava meio inchado, mas isso acho que é normal agora. Liguei pro médico pra perguntar sobre o curativo e ele falou que era só borrifar com o spray de Rifamicina e colocar gaze, não precisava botar de volta o microporo, então foi o que fiz, só passei Rifamicina e enrolei o pênis com algumas camadas de gaze, deixei só a ponta de fora pra poder urinar, e colei um esparadrapo ao redor para não soltar. O curativo ficou bem frouxo e mal feito mas não consegui apertar por causa da aflição, e acho que nem deveria apertar muito pra não dificultar uma boa circulação do sangue, necessária para a cicatrização. Depois que fiz esse curativo fui sentindo que ao passar das horas foi inchando bastante, não sei se foi só impressão minha ou se realmente estava inchadíssimo. Cheguei a colocar um pouco de gelo no colo pra ver se desinchava, mas não senti muita diferença. Acho que inchar um pouco não atrapalha a cicatrização, então não me preocupei muito com isso. Durante a noite foi chato, porque tive várias ereções, a toda hora. O bom é que não fica 100% duro, fica só "meia-bomba" e não chega a interferir nos pontos. Tô começando a sentir falta de brincar com ele, uma vontade louca de tocar uma, mas infelizmente ainda tá muito cedo pra isso. Não sinto dores e não estou tomando remédio pra dor, a única coisa que incomoda ainda é a sensibilidade da glande, como de costume, mas estou confiante que aos poucos ela vai acostumando com o toque e a fricção, e a sensibilidade vai diminuir. Ainda não tomei banho, quando perguntei pro médico ele disse que deveria tomar banho com o curativo e tirar depois, e como eu já tinha tirado o curativo quando liguei pra ele, deixei pra tomar banho no dia seguinte quando for trocar denovo.

4º dia - Terça, 13/11/12

Esse dia foi relativamente tranquilo, exceto porque tive que trocar o curativo denovo, dessa vez durante o banho, e eu detesto trocar o curativo, é a parte mais tensa do pós-operatório, e isso tem que ser feito diariamente (pelo menos eu acho). O pior é que antes de tomar banho eu fui urinar, e acabou molhando um pouco a ponta da gaze. Doeu um pouco pra urinar porque eu imagino que molhou um pouco o ponto do freio, e esse é o ponto que mais dói (os outros eu quase nem sinto que estão ali). No banho eu não tive coragem de passar a mão ali na glande, que apesar de já ter desinchado ainda está bastante sensível. O corpo do pênis ainda tá um pouco inchado, mas em geral não tá parecendo tão feio quanto nos dias anteriores. Apenas deixei escorrer um pouco de água do chuveiro por cima, e não doeu muito, só sentia um certo desconforto nos pontos. Falando nos pontos, acredito não ter caído nenhum ainda, e nem esperava que caísse já, porque fazem só 4 dias então sei que está muito cedo pra isso. Depois que saí do banho, nem tive coragem de passar uma toalha pra secar, só usei uma gaze e encostei levemente, e já deu aquela aflição. Dei uma boa olhada nele, avaliei ele no espelho, até que tá ficando bonito, acredito que se ficarem cicatrizes não vai ser nada horrível, o corpo do pênis ainda tá um pouco inchado e os pontos intactos, inclusive o do freio. Tenho confiança de que quando desinchar completamente e caírem todos os pontos vai ficar muito boa a estética, porque foi costurado bem certinho, futuramente acho que nem vai parecer que fiz essa cirurgia, já estou bem feliz. Enfim, depois disso passei a Rifamicina e enrolei umas gazes pra fazer o curativo, que ficou bem frouxo como de costume. Peguei um costume chato mas que é pro meu bem: passei o dia inteiro mexendo nele dentro da cueca e indiretamente esfregando ele dentro da gaze do curativo. Empurro ele pra esquerda e pra direita e fica roçando toda hora na gaze. Faço isso pra tentar aclimatizar a glande, pra forçar ela a se acostumar com a fricção, e não tenho certeza, mas me parece que tá funcionando, porque passei o dia e a noite toda fazendo isso a cada 5 minutos e hoje quase nem sinto quando faço, virou mania mesmo. Uma coisa chata como comentei acho que ontem, são as ereções. Não são nem as noturnas involuntárias, são as voluntárias mesmo. É que às vezes eu me lembro de algumas coisas ou de algumas pessoas ou de alguns assuntos e daí endurece mesmo, não dói mas dá uma aflição, um medo de incomodar os pontos. O bom é que até agora não incomodou em nada e os pontos estão todos ali bonitinhos no mesmo lugar apesar de tudo. Tá cada dia mais difícil de evitar as ereções e a vontade de tocar uma é cada vez maior. É foda ficar muito tempo sem sexo. Mas fazer o que, é necessário, então vou ter que aguentar por mais umas semanas.

5º dia - Quarta, 14/11/12

Esse dia foi o pior até agora. Fui tirar o curativo antes de tomar banho, e a gaze ficou presa justamente no ponto do freio, o que mais dói. Me deu uma raiva, eu tentava desprender a gaze mas ela tava bem presa no ponto, tentei puxar de leve e doeu tanto que eu vi que não ia dar certo, se eu forçasse o ponto provavelmente arrebentaria, então a idéia que eu tive foi molhar um pedacinho de papel com água da torneira e pingar algumas gotas ali pra amolecer a gaze e o ponto, e funcionou, desgrudou bem facilmente e não doeu. O pior é que eu senti que aumentou muito a sensibilidade de um dia pro outro. Tanto é que no banho eu não pude nem lavar a glande, ficava com medo até de aproximar o pênis do chuveiro, temia que respingasse água na glande e acabasse doendo. Até por balançar ele doía. Foi horrível, foi o pior dia do pós-operatório até agora. Mesmo fazendo aquele esquema de mexer nele o tempo todo por cima da calça pra ver se a glande acostuma com o toque, não deu muito resultado ainda. E isso tá me preocupando porque eu preciso limpar ela, ela tá toda manchada de amarelo por causa do spray de Rifamicina que eu passo sempre antes de fazer o curativo, eu tenho medo de acabar dando alguma complicação por eu não limpar ali, mas não aguento a sensibilidade. A sensibilidade é muito maior na ponta da cabeça, bem ali na região do antigo freio e do meato (buraquinho por onde sai a urina). O que mais incomoda é na hora de urinar, eu até evito o máximo que posso, só vou urinar quando não aguento mais, porque sempre gruda a gaze e a cueca na glande, e bem na ponta, a parte mais dolorosa, daí pra descolar é uma dor aguda insuportável que quase dá vontade de cometer suicídio. E quando eu estou urinando dói também um pouco, acho que é por causa do ponto do freio que acaba molhando com urina, mas não tenho certeza. Os pontos continuam intactos, não tem nem sinal de que vão cair tão cedo. As ereções incomodam cada vez mais, porque tá sendo muito difícil não ter ereção, tanto durante o dia quanto durante a madrugada. Enfim, esse dia do pós foi o que eu mais sofri e senti dor até agora. O médico comentou comigo que essa sensibilidade dura por algum tempo e depois acostuma, mas eu queria saber até quando, porque já estou enlouquecendo, não vejo a hora de poder pegar no pênis sem ter medo de machucar, sem sentir dor, sem aquela aflição toda. Não vejo a hora de voltar a ter uma vida normal. Os remédios já estão no fim, só tem mais 1 comprimido de cada, depois só vai ter o Paracetamol que eu nem estou tomando mais porque não tem doído tanto a ponto de precisar tomar. Apesar que hoje eu tomei um comprimido mas não adiantou nada. Vamos ver como vai ser daqui pra frente...

6º dia - Quinta, 15/11/12

Finalmente acabaram os remédios. Agora só tem o spray de Rifamicina, que eu hoje tomei banho e nem sequer passei. Hoje foi horrível a sensibilidade na glande, mal estou conseguindo tomar banho direito. Pra variar, uns 4 pontos ficaram presos na gaze do curativo, então usei aquela técnica de jogar umas gotas d'água pra amolecer a gaze e o ponto, e então saiu bem fácil, apesar de toda a aflição e medo de encostar o dedo sem querer e sentir aquela dor insuportável. Quando estava no banho, tentei o máximo que pude deixar o pênis bem afastado do chuveiro pra que não pingasse água diretamente nele. Apesar disso, deixava escorrer um pouco de água por cima dele, não tive a menor coragem de encostar a mão pra lavar. Uma hora tive que ficar segurando ele pra que não ficasse encostando no saco porque quando acontece isso dói muito o ponto do freio. Acho que fiquei mais de uma hora no banho. Depois quando saí, não conseguia mais soltar o pênis, porque quando encostava no saco doía pra caramba, então fiquei um tempão sentado na cama segurando ele, pensando no que eu ia fazer. Pensei em colocar ele solto dentro da cueca, sem enrolar a gaze, sem fazer o curativo, mas fiquei com medo, pois não faz nem 10 dias que operei e os pontos estão ali intactos sem dar nem sinal de caírem, e se deixasse ele solto dentro da cueca podia ser que acabasse grudando os pontos, ou pior, que de tanto roçar na cueca acabasse caindo algum antes da hora, sem falar no pior de tudo que seria aguentar a dor da sensibilidade constantemente porque ficaria roçando o tempo inteiro na cueca, mas pelo menos com o tempo talvez acostumasse até mais rápido. Mas no final das contas decidi não fazer isso, então fiz o "curativo" como sempre, só enrolei a gaze e colei um esparadrapo pra não cair. Ficou bem frouxo, tanto é que eu quase nem sinto que estou com curativo lá. Dessa vez nem passei o spray de Rifamicina, isso mancha tudo de amarelo, e acho que nem preciso mais usar. Enfim, esse dia foi um inferno, mas espero que nos próximos dias vá diminuindo cada vez mais essa sensibilidade maldita.

7º dia - Sexta, 16/11/12

Hoje foi um dia tranquilo, não tive muita dor, nem ereções, o curativo estava bem frouxo como de costume. Amanhã pretendo sair, e vai ser a primeira vez que vou sair de casa depois da cirurgia. Sim, fiquei essa semana inteira em casa sem colocar os pés na rua, porque se pra andar dentro de casa às vezes já está sendo um inferno, imagina na rua, onde eu não vou poder ficar o tempo todo pegando no pênis e ajeitando pra não doer. Mas amanhã eu não tenho como escapar, preciso resolver uns assuntos. Na próxima segunda-feira dia 19/11 é o último dia de atestado, e terça-feira eu volto ao trabalho. Não quero nem pensar, porque vou ter que pegar dois ônibus lotados, nem sei como vou aguentar isso. Tomei banho na madrugada de sexta pra sábado, e dessa vez não foi tão ruim assim. Coloquei em prática uma técnica para diminuir a sensibilidade que li em um certo fórum na net. Durante o banho, tentar pingar aos poucos algumas gotas d'água na glande, bem devagar, a uma pequena altura. Então, aos poucos ir aumentando a altura, pras gotas caírem um pouco mais rápido e atingirem a glande com um pouco mais de força, e assim por diante, até não sentir mais dor, por maior que seja a rapidez com a qual as gotas caem e a força com a qual elas atingem a glande. Além disso é bom deixar escorrer um pouco d'água por cima dela. E foi isso que fiz. A "técnica das gotinhas", como estou chamando agora esse truque, não incomodou muito, as primeiras gotas arderam um pouco, mas no final consegui largar um monte de água por cima da glande e só sentir uma pequena e suportável ardência. Depois ainda deixei escorrer bastante água por toda ela, e senti a mesma suave ardência, e a ignorei, continuei deixando escorrer água abaixo. E não foi tão ruim assim como eu pensei que seria. Agora toda vez que eu for tomar banho vou fazer isso, até o dia que não sentir mais dor nenhuma e puder passar uma esponja pra lavar bem lavado. A glande do meu pênis tá igual criança pequena, tem que apanhar e sofrer um pouco até acostumar com a vida fora do "casulo", hehe. Na hora de refazer o curativo, nem doeu praticamente nada dessa vez, foi bem tranquilo. Quando sinto que a glande não dói mais tanto quanto doía antes eu fico até feliz. Espero que continue melhorando cada vez mais!


Uma semana depois...


8º dia - Sábado, 17/11/12

Hoje foi um dia bem tranquilo, acho que esse foi o dia mais tranquilo desde que fiz a cirurgia. Coincidência ou não, hoje fez exatamente 1 semana. Falei que iria sair hoje pela primeira vez mas no final das contas acabei não saindo, pois fiquei com preguiça. A glande do pênis quase não incomodou hoje com a sensibilidade, e das vezes que senti alguma dor, foi bem suave, muito mais suportável. Uma pequena e contínua dor que eu tive hoje não só na glande mas no corpo todo do pênis foi por causa das incessantes ereções que tive durante o dia e a noite inteira. Não adianta, não consigo evitar, fico toda hora de pau duro. O engraçado é que não dói mais, fico com ele uns 80% duro e não sinto os pontos, nem incomodam apesar de ainda estarem ali firmes e fortes. Eu só estou evitando deixar 100% duro por medo de atrapalhar na cicatrização, sei lá, acho melhor não me arriscar tanto. Quando ele endurece a cabeça meio que escapa pra fora do curativo e então de propósito eu começo a roçar ela na cueca, e nem dói mais, só dá um pequeno desconforto que eu não posso chamar de dor porque seria exagero. Ou seja, em oturas palavras, posso afirmar que nessa semana inteira que passou desde a cirurgia, diminuiu bastante já a dor sensibilidade. A sensibilidade existe ainda, continua muito sensível, porém a dor associada é que reduziu, e isso é ótimo. Tanto é que não me segurei, deixei o pau ficar duro o dia inteiro quantas vezes ele quizesse, e não me incomodei com nada, muito pelo contrário, sentia até um tesão, um certo prazer sexual ao invés do incômodo, como se a dor da sensibilidade desaparecesse e no lugar dela viesse uma sensação erógena quando a cabeça fica roçando na cueca e na gaze. Lembro agora que o médico havia comentado comigo que isso iria acontecer depois de um tempo, e hoje confirmei que é verdade mesmo. Perdi um pouco do medo de urinar porque antes costumava ficar grudada a cueca na glande e daí pra desgrudar dava uma dor desgraçada, mas hoje eu urinei várias vezes e até a gaze estava grudada, e desgrudei sem dor nenhuma, somente aquele certo incômodo que não se pode chamar de dor. Hoje estava com tanta preguiça que além de não sair de casa como falei que iria, também não tomei banho nem troquei o curativo. Não vou morrer por isso, amanhã à tarde eu tomo banho e troco. Mas enfim, hoje completando 1 semana da cirurgia, já estou sentindo a melhora e acredito que estou me recuperando muito bem. Vamos ver como será essa próxima semana, na qual eu volto ao trabalho.

9º dia - Domingo, 18/11/12

Mais um dia de tranquilidade no pós-operatório. Praticamente não senti dores, claro que tem uma dorzinha chata e rápida pela sensibilidade ou pelos pontos de vez em quando, mas nada que incomode. Falando em sensibilidade, sinto que a glande realmente está ficando menos sensível, pelo menos encima, nas laterais e na ponta, pois são as partes que mais estão em contato com a gaze do curativo e ficam o tempo todo roçando nela. O único lugar que ainda dói bastante é na parte de baixo da glande, onde era o freio que foi cortado fora, sendo que agora tem vários pontos ali embaixo, inclusive uma casquinha preta bem no meio dessa área, que é a parte mais dolorida de todas, por onde o freio era ligado à glande. Já ouvi várias pessoas dizerem que sempre que é retirado o freio fica essa casquinha preta nessa parte, porque tá cicatrizando, igual uma ferida comum, então isso é bem normal. Dói tanto que eu não posso pegar na cabeça do pênis por baixo, a não ser com muito cuidado e muita aflição. Os pontos continuam no mesmo lugar, nem se mexem, e tenho a impressão de que vai demorar um pouco ainda pra caírem. Tomei banho e usei aquela técnica que comentei de deixar pingar água sobre a glande pra ir acostumando, foi tranquilo, apesar da aflição que dá e da leve ardência que senti, mas nada que não pudesse suportar. Depois ainda quando fui lavar os cabelos, sem querer acabou escorrendo um monte de água por cima do pênis e da glande, e pra minha surpresa não senti praticamente nada. Como de costume tive várias ereções, durante o dia e durante a noite, e não senti muito incômodo, nem doeu, tanto é que nem me preocupo mais em ter ereções, deixo ele ficar duro quantas vezes quizer. E por hoje é isso, resumindo, tá sendo muito mais tranquilo agora, e sei que vai continuar melhorando!

10º dia - Segunda, 19/11/12

Finalmente o 10º dia! Hoje foi a primeira vez que saí de casa depois da cirurgia. E foi tenso... Não chegou a doer, mas o incômodo foi bem grande. Caminhava todo duro pra evitar que caísse o curativo, ainda mais porque estava bem frouxo como de costume. Mas sobrevivi, não se rompeu nenhum ponto, não aconteceu nada de mal. Uma coisa que tem acontecido ultimamente e que me incomoda um pouco é que a gaze vive grudando na cabeça do pênis, e então eu tenho que pingar um pouco d'água por cima pra amolecer a gaze e poder descolar. Isso é bem chato, e eu acho que é porque quando eu fico excitado e tenho uma ereção acaba saindo aquele líquido que normalmente sai do pênis para lubrificar, e depois acaba secando ali entre a glande e a gaze daí fica como se fosse uma espécie de "cola"... Fora isso, tudo tranquilo, quase sem dor exceto embaixo onde era o freio, pontos intactos ainda, sem sangramento, sem inflamação, só um pouquinho inchado no meio perto da costura, o que é normal por enquanto. Algo interessante que aconteceu hoje, é que foi a primeira vez que eu vi o meu pênis ereto depois da cirurgia. Sim, quando estava trocando o curativo, fiz de propósito e deixei ele meio duro, só pra ver a aparência. Até me espantei porque parece até que aumentou de tamanho! Na verdade deve ser impressão minha, mas ficou bem legal mesmo estando um pouco inchado e cheio de pontos. Se agora já está legal imagina quando estiver 100% recuperado então. Tô bem feliz apesar das dificuldades que enfrentei e o único arrependimento que tenho hoje é de não ter feito essa cirurgia antes. Amanhã volto a trabalhar, será o primeiro dia de trabalho desde a cirurgia pois estava de atestado (peguei 10 dias de atestado). Espero que seja tudo tranquilo como está sendo em casa!

11º dia - Terça, 20/11/12

Primeiro dia de trabalho depois da cirurgia. Tudo correu bem, apesar de que resolvi usar calça jeans, isso não me incomodou muito a não ser no início pra caminhar. No trabalho não senti absolutamente nenhuma dor nem incômodo, foi tudo perfeito como se nem tivesse com o pênis todo costurado e enfaixado. A única coisa chata que aconteceu é que como de costume o curativo ficou grudado na glande, mas cheguei em casa e pinguei umas gotas d'água, e logo desgrudou sem muito esforço, só com um incômodo que não se pode chamar de dor. Durante o trabalho tive algumas ereções involuntárias e nem sequer me incomodaram. Na verdade eu estou tendo ereções toda hora, todo dia, e não me atrapalha em nada os pontos. A ponta da glande ficava o tempo todo raspando na cueca e não tive problema de sensibilidade, não tive nenhuma dor lá. Como comentei, a sensibilidade está diminuindo cada vez mais, tanto que não posso mais dizer que a dor é insuportável, muito pelo contrário, a leve dor que eu tenho na glande é bem suportável e nem chega a incomodar mais. Continuo fazendo o curativo e os pontos continuam ali, sinto que estão bem secos, acho que daqui a alguns dias vão começar a cair. O ponto do freio continua sendo o mais doloroso, tanto que não consigo tocar ali ainda porque dói bastante, pois ainda não cicatrizou por completo.

12º dia - Quarta, 21/11/12

Passando só pra dizer que a recuperação continua sendo ótima, o inchaço diminuindo, os pontos secando, a sensibilidade reduzindo... Inclusive hoje eu fiquei muito feliz, porque pela primeira vez eu consegui encostar o dedo na glande sem sentir dor, até raspei o dedo por cima, só que raspar o dedo dói um pouco, mas só um pouco, nada que fosse insuportável. Só o fato de ter conseguido encostar o dedo ali de propósito sem sofrer foi um avanço enorme. Nunca pensei que conseguiria superar a sensibilidade da glande, e hoje vejo que era tudo questão de costume mesmo, de tocar nela, deixar ela acostumar a raspar em tecidos, e etc. Outra coisa interessante que anda acontecendo é a descamação da glande. Não sei se é bem isso, mas fica descamando um pouco de pele da glande, uns "flocos" brancos, ouvi dizer que isso é bem normal, então estou tranquilo, pois isso é sinal de que uma nova "pele" está crescendo por cima da glande, e ela está ficando mais áspera e menos sensível. Espero que continue assim!

13º dia - Quinta, 22/11/12

Como todos esses últimos dias, hoje foi um dia bem tranquilo no que diz respeito à minha recuperação da postectomia. E novidade: hoje foi a primeira punheta depois da cirurgia. Na madrugada de ontem pra hoje, arrisquei e toquei uma. Não aguentava mais! Me masturbei com curativo no pênis e tudo, porém não cheguei a gozar, mas foi por muito pouco. Isso é porque eu estava acostumado a me masturbar segurando o pênis pela cabeça com a pele do prepúcio cobrindo ela, e assim gozava bem rápido e fácil. Mas dessa vez eu tive que só pegar na base do pênis, já que o resto estava enrolado no curativo. Meu pênis ficou extremamente duro pela primeira vez depois da cirurgia, e não foi tão ruim assim, doeu só um pouco por causa do curativo que ficava raspando na cabeça e dos pontos que já estão bem secos. A punheta não fez mal nenhum, os pontos continuaram ali intactos, e a pele me parece já ter cicatrizado bem. Melhor ainda do que não ter feito mal, a punheta de hoje me deixou bem mais confiante, perdi bastante o medo de pegar no pênis por causa da sensibilidade, já estou até pensando em parar com os curativos e deixar ele solto na cueca, é o que eu mais quero. O que me impede é o medo de talvez grudar tudo na cueca e depois ser um drama pra desgrudar, e o ponto do freio que ainda dói um pouco. Falando nisso, sinto que está diminuindo a dor do ponto do freio, talvez porque já está cicatrizando. Outra pista de que a pele está cicatrizando é a coceira que eu sinto de vez em quando nos pontos, isso é um bom sinal. No banho, estou conseguindo largar bastante água e até passar os dedos na glande sem me incomodar nem sentir dor, só uma leve ardência, e sei que daqui a mais alguns dias não sentirei mais ardência nenhuma. Enfim, estou cada dia mais feliz com a minha recuperação, que continua indo muito bem.

14º dia - Sexta, 23/11/12

Recuperação indo muito bem! Ontem eu não contei mas à noite bati uma e quando fui tomar banho, tirei o curativo e saíram uns 2 pontos do freio, os dois primeiros a cair! Começaram a cair no prazo, que é de 10 a 15 dias. Fiquei bem feliz, pois não doeu muito nem sangrou, sinal de que está cicatrizando bem. Hoje não resisti e bati outra. Depois fui tomar banho e quando estava tirando o curativo, pra minha surpresa, eis que desgrudou junto com a gaze a casquinha do freio e mais um ponto que tinha ali perto, os mais dolorosos. Do freio acho que agora só faltam cair mais 2. Os que tem ao redor da glande ainda estão bem firmes e secos, acho que daqui a mais uns dias eles caem também, não vejo a hora. Sensibilidade como sempre diminuindo. Hoje encostei várias vezes nela e não sinto nada, só quando raspo o dedo então dá um certo desconforto. Na parte de baixo próximo ao antigo freio não dá pra encostar muito porque ainda dói. Quando o pênis está duro, dá até pra raspar o dedo na cabeça que não dói. A impressão que eu tenho é de que a cabeça é mais sensível quando ele está mole e ela fica macia e frágil, mas quando ele endurece, a cabeça incha de sangue daí fica mais rígida e firme e muito menos sensível. Por hoje de novidades, foi isso.

15º dia - Sábado, 24/11/12

Hoje foi um marco na minha recuperação! Eis que depois de mais uma punheta, fui tomar banho, e quando tirei o curativo, saiu mais um ponto do freio. Depois do banho, resolvi fazer algo radical. Simplesmente tirei os pontos com as minhas próprias mãos. Estavam apenas ali grudados, nem doeu, apenas puxei levemente e desgrudaram assim como se não fosse nada. Mas não consegui tirar todos. Pelo menos consegui retirar todos os pontos do freio e da parte de baixo da glande, e vi que está bem cicatrizado já. Ao redor da glande consegui retirar alguns, mas ficaram uns 6 ou 7 ainda, que eu tentei puxar e não saíram de jeito nenhum. Mas como estão incomodando, o que eu fiz foi pegar uma tesoura e cortar as pontas deles. Não recomendo isso a ninguém, fiz isso porque eu vi que já está cicatrizado e que os pontos só estão ali por estar, então já que alguns deles insistem em não cair, só cortei as pontinhas pra não ficarem me irritando, e eles continuam ali, firmes, porém não incomodam mais e nem sinto que existem, e quando caírem acho que nem vou perceber. Depois disso, decidi parar de fazer o curativo e simplesmente estou deixando o pênis solto dentro da cueca. Pra minha surpresa, não senti dor nenhuma. Estou tocando e raspando o dedo na glande e não dói nada, já saiu bastante a sensibilidade. As partes mais sensíveis e que ainda dóem um pouco, são a parte de baixo (antigo freio) e de trás (a coroa) da cabeça. Mas a dor é bem leve e não chega a incomodar tanto, só quando raspa alguma coisa, se apenas enscostar não dói nada. Enfim, hoje foram-se as 2 primeiras semanas do pós-operatório, e já me considero uns 80% recuperado: tudo cicatrizado, pontos já caindo, sem sangramento, sem inflamações, sem inchaço, quase sem dor e sensibilidade muito reduzida. O que falta agora é cair o restante dos pontos e reduzir ainda mais a sensibilidade da parte de baixo e da coroa da glande, e então estarei 100%. Essa foi a última entrada deste diário, já que provavelmente não haverá mais nenhum acontecimento interessante para contar, pois as partes mais interessantes já se passaram nestes 15 dias.


Conclusão


E chega ao final o meu diário da postectomia. Como puderam acompanhar, a postectomia é uma cirurgia muito dolorosa mas que vale muitíssimo a pena. Afinal de contas, pra ser feliz às vezes é necessário fazer algum sacrifício. E essa cirurgia pra mim foi um verdadeiro sacrifício, mas que hoje já sinto que valeu muito a pena. Apesar de toda a dor do procedimento, da grande sensibilidade nos primeiros dias do pós-operatório, do incômodo de ter que ficar trocando o curativo e dos pontos grudando sempre nele, e do tempo que é necessário ficar sem masturbação nem sexo, depois de umas 2 semanas tudo isso passa, e você volta a ter uma vida normal, sendo que sua vida sexual melhora muito. O resultado estético no momento é o seguinte: a cicatriz que ficou sob a cabeça nem se nota, o pênis ficou com 2 cores, porque o corpo do meu pênis é meio escuro, e a glande é bem rosada, mas não ficou feio. Quando está ereto parece que ficou maior do que era antes da cirurgia, então além de melhorar a vida sexual você ainda ganha alguns milímetros de pênis. No quesito prazer sexual, como ainda não estreei ele com outra pessoa no sexo, posso apenas me referir à masturbação. Antes eu costumava me masturbar segurando pela cabeça do pênis recoberta com o prepúcio. Só que agora não tenho mais o prepúcio, e ficar esfregando a glande assim sem proteção nenhuma mais irrita e dói do que dá prazer. Então a solução é segurar o pênis pela base ou pelo corpo, sem tocar diretamente na glande, e no final das contas a estimulação da glande é indireta, fazendo com que demore mais pra gozar. Antes eu era bem rápido no gatilho, agora demoro bem mais pra conseguir gozar. Pra quem tem ejaculação precoce pode ser uma vantagem. Em outras palavras o prazer diminuiu um pouco porque eu não posso mais ficar esfregando a cabeça do pênis diretamente, mas não é nada que assuste, dá pra gozar numa boa, é só questão de aprender novas técnicas e ter paciência porque demora um pouco mais pra chegar lá.

Hoje eu vejo que tenho um pênis normal igual ao dos outros caras, e antes eu tinha vergonha, não gostava que os caras vissem ele porque a maioria dos caras com quem eu saio são circuncidados. Não deixava ninguém tocar nele por medo de encostarem na glande e sentir dor. Hoje tudo isso é passado, e não tenho mais vergonha do meu pênis nem medo de tocarem nele. Estou muito feliz e recomendo a todos a postectomia.

Espero que tenham gostado, e que este diário tenha ajudado você a decidir em fazer ou não a postectomia, ou se você fez recentemente, que tenha ajudado a mostrar que com o tempo todo esse incômodo vai passar e tudo vai voltar ao normal depois de uns 15 dias no mínimo, e que sua vida será ainda melhor!

Deixem suas perguntas e comentários abaixo que responderei assim que possível!
Abraços a todos!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

The Whiz Kids

"The Whiz Kids" ("Freunde", no original) é um curta-metragem alemão de 20 minutos.

Dois garotos de 16 anos, Marcos e Johannes, passam os dias fazendo coisas normais de amigos até que um dia...

O filme parece meio sem lógica pra quem não leu a história que deu origem a ele. E infelizmente ele é todo em alemão, o máximo que consegui foi o vídeo com as legendas em inglês. Mesmo que você não entenda os diálogos, eu acredito que as cenas do filme falam por si. Assista:



sábado, 28 de abril de 2012

Sacanagem bissexual à três no banheiro

Minha cena preferida do filme argentino "Glue", de 2006. Três amigos na festinha bebem demais e vão parar no banheiro pra curtir uma pegação, um sarro gostoso. Adoro...

Véi, na boa, sou completamente doido pelo cara de azul que aparece nesse filme. O nome do ator é Nahuel Viale. Ontem ainda postei um curta de 2008 chamado El Reloj onde ele aparece já mais crescido (e mais gostoso ainda). Vamo lá ver a sacanagem improvisada? Olha aí...




E aí o que acharam da pegação? Me contem!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

El Reloj

"El Reloj" (O Relógio) é um curta-metragem da Argentina do escritor e diretor Marco Berger, que já fez outros filmes com essa mesma temática.

O curta tem aproximadamente 15 minutos, e trata sobre o encontro de dois caras aparentemente hétero ou bissexuais, e o que acontece (ou melhor dizendo, o que NÃO acontece) quando eles resolvem se deitar juntos.

Tecnicamente a ambientação dos cenários e o diálogo são mínimos, dando a impressão de ser um filme "pobre". É um filme propositalmente ambíguo, cada pessoa pode acabar entendendo a moral de um jeito diferente, mas o que faz dele uma pequena pérola cinematográfica é justamente essa ambiguidade e o realismo da história toda. Geralmente os filmes de temática gay costumam ser dramas ou comédias, pura ficção, histórias que você sabe que só acontecem nos filmes. Já "El Reloj" conta uma história que pode acontecer com qualquer um e em qualquer momento. É uma história simples, relativamente banal, mas realista.

Sem falar que o protagonista (Nahuel Viale), o que aparece com a camiseta do Grêmio, é uma delícia de macho...

Bom, chega de papo senão eu acabo contando o filme todo pra vocês. Assistam aí no YouTube. Se por acaso o filme estiver off, me avisem, por favor!




Me contem o que acharam! :)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Matando as Saudades do Bruno

Já fazia um bom tempo que eu não pegava o Brunão, até que uma certa noite dessas...

Era uma noite como qualquer outra na faculdade. Exceto por que o meu amigo Bruno, o meu Bruno, aquele Bruno que vocês conhecem, me fez uma proposta irrecusável. Ele veio na hora da saída me perguntar se tinha como ir dormir lá na minha casa, pra matar as saudades. Fazia tempo que a gente não ficava juntos, e eu já estava mesmo com saudades do meu garoto. Mas o problema é que como vocês sabem eu moro com os meus pais, então falei que teríamos que esperar eles saírem de viagem como de costume, e isso aconteceria no próximo final de semana. Ele disse que tudo bem, que já tinha esperado tanto tempo mas que podia esperar mais alguns dias até sábado. Então ficou combinado assim, no próximo sábado a gente iria se entregar denovo um pro outro.

Eis que passaram os dias e finalmente chegou sábado e meus pais saíram de viagem pela manhã, pra voltarem só no domingo à noite, como eles sempre faziam. Passei o dia inteirinho esperando chegar a noite pro Bruno aparecer. Ele me ligou no final de tarde pra confirmar, e lá pelas 10 da noite, ele chegou na minha casa.

- E aí cara, tá sozinho? - Ele me perguntou.

- Claro, foi todo mundo viajar como eu tinha te falado. Pode entrar, fica à vontade.

Fomos pra sala, as luzes estavam todas desligadas, só a TV estava ligada. Sentamos no sofá um do lado do outro, e ficamos conversando e assistindo um programa qualquer que estava passando. De repente, ele veio com um papo assim:

- O que tu costuma fazer aqui quando teus pais vão viajar? Tu sempre convida algum cara pra vir aqui?

- Como assim, tá me chamando de puto? Acha que é só eu ficar sozinho em casa que já venho trazendo tudo quanto é cara aqui pra dentro de casa? Eu não sou tarado, porra. - Respondi indignado.

- Calma meu, só perguntei, pô. Não quiz te ofender, vai se foder.

- Vai tu se foder.

- Só se for contigo.

- Vai tomar no cu, viado.

- Vou, mas só se tu meter, putão.

- Meu deixa de ser viado, o que tu quer, já quer dar essa bunda?

Aproveitei o papo de viadagem e tentei passar a mão na bunda dele. Ele ficou se esquivando todo. Então só ficou rindo, aquela risada de safado que eu já conheço há muito tempo. Eu também comecei a rir, porque a gente costumava ficar discutindo assim igual dois retardados, e sempre ficávamos rindo um da cara do outro. Então ele me veio com essa:

- E aí tu lembra das vezes que a gente se pegou?

- Claro que eu lembro, porra. Eu tenho uma memória boa.

- É? Eu também...

- Hmm...

- Lembra da nossa primeira vez? Dentro da sala de aula na hora do intervalo? Meu, aquilo foi a maior loucura da minha vida, puta que pariu!

- Mas bem que tu gostou da loucura né, gozou pra caralho, hehe...

- Pô nem fala. Tu também gostou de né, putão? Curtiu levar uma linguada no rabinho, curtiu o gostinho da rola, e ficar ali curvado por cima da mesa recebendo o meu pauzão duro, né?

Só pra descontrair dei um soco no braço dele e mandei tomar no cu:

- Vai tomar no cu, não me chama de putão, seu viado.

- Porra tô meio dolorido hoje por causa do tombo que eu levei ontem no jogo, e tu ainda vem me batendo, vai se foder. Não tem mais consideração pelos amigos né, viado.

- Ahh meu não vem pra cima de mim se fazer de vítima agora.

- Não tô me fazendo de vítima...

- Tá, então tá. - Falei já meio cansado daquela discussão sem pé nem cabeça.

Nós ainda estávamos sentados no sofá, ele bem do meu lado, e de repente ele veio deitando a cabeça assim no meu peito. Então coloquei os meus braços em volta dele e abracei. Ele olhou pra cima, nos meus olhos, e naquele momento eu me lembrei da primeira vez que a gente se abraçou, que a gente se beijou, que a gente fez amor. Foi então que encostei os meus lábios molhados nos lábios dele. Comecei a beijar os lábios dele carinhosamente, bem devagar, sentindo a sua saliva, a sua respiração no meu rosto, roçando o meu rosto contra aquela barba mal feita. Passava a mão naquele cabelo arrepiado, então ele enfiou a língua quente dentro da minha boca. Fazia tempo que eu não beijava a boca do meu garoto, o meu Bruno, ele beija bem pra caralho.

Ficamos alí um bom tempo sentados no sofá, ele deitado com a cabeça no meu peito, só nos beijando sem dizer nenhuma palavra, e então começou a ficar calor. Muito calor. Comecei a sentir o calor do corpo dele cada vez mais enquanto nos beijávamos, e a sua língua roçava sem parar na minha. Até que o calor foi tanto que fui obrigado a pedir licença e tirar a camisa. Ele também tirou a camisa e continuamos ali agarrados do mesmo jeito no sofá. Parei de beijar a sua boca e fiquei só admirando o corpo dele, o peitoral, os braços cabeludos, o pescoço. E ele só me olhando, me olhava nos olhos e olhava pros meus lábios, como se estivesse pedindo pra continuar com aquela beijação. Então interrompi o silêncio:

- Cara, eu tava louco de saudade de beijar a tua boca, de te ver assim, nos meus braços, tu sendo só meu, te fazendo carinho...

- É? Eu também... - Foi só o que ele respondeu.

Comecei a beijar o pescoço dele, bem devagar, carinhosamente, e ele deu um suspiro e levantou a cabeça, ele adorava ganhar um chupão no pescoço, igual eu, acho que todo mundo gosta disso, né. Então fiquei ali beijando o pescoço firme do rapaz, sentindo o perfume dele, ele usa um perfume tão bom, que eu me embriaguei naquele perfume enquanto beijava aquele pescoço másculo, fiquei doidão com aquele perfume. Comecei a ficar excitado, meu pau já estava meio duro, mas naquela já estava de pé, bem erguido por baixo da minha cueca.

Fiquei curioso pra saber se ele estava excitado, então enquanto eu continuava a beijar carinhosamente o pescoço dele fui passando a mão pelo peitoral, pelos braços, sentindo cada cabelinho arrepiado, passei pela barriga, e cheguei até o púbis. Como a gente ainda estava de bermuda, pedi licença para colocar a mão dentro da calça dele:

- Posso?

Ele só mexeu a cabeça mas não falou uma palavra. Olhei no rosto dele e ele estava de olhos fechados, só delirando com as minhas carícias. Então, com a permissão dele, fui enfiando a mão por dentro da cueca dele. Senti os cabelinhos do púbis, e delicadamente toquei no pênis dele. E senti que estava ereto.

Fazia tempo que eu não tocava no meu garoto, assim tão intimamente. Fui acariciando o seu pênis assim por baixo da cueca, e foi ficando cada vez mais duro, parecia uma pedra. Enquanto eu o tocava, comecei denovo a beijar aquela boca gostosa. O meu pau mesmo já estava quase explodindo de tesão, eu estava louco pra tocar no meu pau, bater uma punheta, qualquer coisa. Mas fiquei frio, continuei acariciando o Bruno intimamente, tocando no pênis dele, puxando e empurrando a pele do pau, pra deixar ele doido de tesão. Então fui com a mão mais fundo na cueca dele, pra dar uma pegada no saco. Nossa, eu sou muito louco pelo saco do Bruno, já comentei em histórias anteriores sobre isso, aquele sacão farto e cabeludo, é uma delícia.

Fiquei acariciando os testículos do rapaz, e senti que ele já estava se contorcendo todo ali deitado no meu peito. O pau dele latejava, e o meu também. Mas auela pegação estava tão gostosa que eu não queria estragar tudo com uma penetração ou punheta. E pelo que parecia ele também queria continuar só na pegação.

Resolvi mudar um pouco o foco das minhas carícias. Senti que o pênis dele estava inchado, grosso, latejando cada vez mais, explodindo de tesão. Eu não queria fazer ele gozar agora, então tirei a mão de dentro da cueca dele. E ele reclamou:

- Ahhh, pô tava tão gostoso a tua mão alí... Toca nele, vai....

- Calma Bruno, é que eu tô com saudade de sentir outra coisa. Eu quero te tocar mas agora em outro lugar...

- Onde? - Ele perguntou, curioso.

Então eu pedi pra ele ficar nu. Ele levantou do sofá, e tirou a bermuda e a cueca, jogou no chão junto com as nossas camisetas. Depois, veio pro sofá deitar denovo no meu peito, do mesmo jeito como estava antes. Ali estava o meu Bruno, peladão nos meus braços, ver aquele homem pelado assim no meu colinho me deixou muito louco. Mas me segurei, meu pau estava bem protegido dentro da cueca, apesar de estar quase gozando só com aquela sacanagem que eu estava fazendo com ele.

Pra continuar as carícias nele, lambi o meu dedo do meio, depois fiz ele também lamber bem, deixar ele bem molhado, coloquei o dedo inteiro na boca dele. Então, passei a mão por entre as coxas cabeludas dele, e cheguei até a bundinha. Louco de tesão, eu delicadamente toquei na entrada do cuzinho apertado. Nossa, o rapaz se contorceu todo quando sentiu o meu dedo tocando numa parte assim tão íntima do corpo dele, até parecia a primeira vez que eu tocava lá. Então eu brinquei:

- Nossa, que arrepio foi esse? Só toquei com o dedo, nem parece que eu já coloquei o pau inteirinho aí dentro, hehe...

- Pára, meu... é que eu fico doido quando tocam assim no meu cuzinho, ainda mais tu.

Então fiquei acariciando a entradinha do cu dele com o dedo molhado, fiquei só roçando o dedo ali, e ele se contorcendo todo nos meus braços. Meu tesão era tanto que a minha vontade era pegar ele, colocar ele de quatro naquele sofá e empurrar a piça naquele cuzinho quente, apertado, delicioso, pegando fogo! Nossa, o Bruno é uma delícia de macho, todo peludo nos braços, nas coxas, nas bolas, aquele cuzinho deixa qualquer marmanjo com água na boca e na ponta do pau, vocês não têm noção.

Como eu não queria machucar o meu menino, fui enfiando bem devagar o dedo na bundinha dele. Cara, ele gemia de tesão no meu ouvido enquanto eu brincava daquele jeito no cuzinho dele. Eu vi que ele tava muito doido, se contorcia e ofegava, sentindo o meu dedo entrar e se mexer lá dentro. Meu dedo já estava pela metade lá dentro, senti ele piscando o cu, eu fico louco com isso. Então tirei o dedo e enfiei denovo até a metade, fiquei assim só tirando e enfiando o dedo do meio naquele cu quente. Vi o pau dele erguido todo vermelhão, a cabecinha toda molhada, mais duro que não sei o quê, então enfiei a língua bem fundo na boca dele, ele me deu um beijo selvagem, parecia que ia me engolir de tanto tesão. Ficamos assim um bom tempo, eu tocando sem parar no cu dele e ele me beijando igual um doido. Entre beijos e chupões ele sussurrava no pé do meu ouvido:

- Cara, tu me deixa louco!

Aquela sacanagem do caralho estava indo cada vez mais longe, a gente já estava sem fôlego, meu pau já doendo por baixo da calça. Eu não aguentava mais aquilo, senti que iria gozar a qualquer momento, mas eu não queria deixar de transar com ele, não queria deixar de entrar nele, não queria deixar de ter a carne dele dentro de mim, mesmo que fosse só por um minuto. Então fiz a proposta indecente:

- Bruno, vamo fazer um troca-troca?

- Nossa, safado! Eu tô muito louco pra foder, mas depois dessa estimulação toda, tu pegando na minha piça, enfiando o dedo no meu cu, tô quase gozando já, se a gente for meter não vai durar muito...

- Tá mas tu acha que não vai valer a pena? Vamos, mesmo que seja só por um minuto, não quero perder essa chance, eu quero entrar em ti, meu...

- Nossa, eu também quero meter o meu pau nesse cu!

Levantamos os dois do sofá, ele já estava nu, peladão ali na minha frente, então eu tirei a bermuda e a cueca, e fiquei nu também na frente dele. Perguntei:

- Quem mete primeiro?

- Acho melhor tu, porque eu já tô quase... tu nem mexeu no teu pau, talvez tu demore um pouco mais pra gozar do que eu.

- Tá então deixa eu te pegar de quatro aí no sofá...

O Bruno atendeu o meu pedido, e ficou de quatro no sofá, a bundinha bem arrebitada pra trás, o cuzinho já bem relaxado depois de receber as minhas dedadas. Agarrei ele firme pela cintura e enfiei com tudo, meu pau tava todo babado de tesão, e o cu dele já bem arreganhadinho, penetrei nele assim sem a menor dificuldade, minha rola simplesmente deslizou lá pra dentro da carne dele. Comecei o vai e vem sem demora. Meti, meti, meti, meti sem parar o meu pau duro no cu do Bruno, comi o cara assim que nem um banquete, saboreei aquela bundinha deliciosa com todo prazer. E como eu já esperava, não demorou muito pro meu pau explodir dentro dele. Gozei demais, enchi o cu do rapaz de porra. Tirei o pau e só vi o meu sêmem escorrendo lá de dentro. Ele então se virou e disse ofegante:

- Gozou, cara? Deixa eu te pegar agora...

- Como tu quer que eu fique?

- Cara, senta no meu pau...

Então ele se sentou todo esparramado no sofá, meio com dificuldade por causa do cuzinho dele que eu tinha arrombado, com piça bem empinada, e eu sentei com tudo no colo dele, deixei o pau dele penetrar profundamente na minha carne, senti ele penetrando até o talo, senti ele empurrando as coxas e o pau pra cima, pra entrar o máximo possível, senti as bolas enormes dele na minha bunda, e cavalguei vigorosamente no pau dele. O pauzão entrava e saía com toda força do meu cu, e ele se contorcia e gemia sem parar embaixo de mim, cavalguei sem parar até que ele deu um berro de tesão e gozou tremendamente, senti meu cu se encher de esperma, e fiquei sentado no pau dele até ficar mole.

Quando consegui me recompôr, levantei do colo dele e me vesti. Ele também depois de alguns minutos se vestiu e ficamos os dois sentados no sofá abraçados.

- Nossa, foi muito bom, cara... - Falei me sentindo totalmente satisfeito.

- Foi mesmo, eu tava precisando transar gostoso assim.

- Eu também.

Como ele tinha compromisso no domingo, ele tinha que ir dormir, então nos despedimos com um beijo gostoso de língua e uma pegada no pinto mole.

Foi assim que matei as saudades de fazer amor gostoso com o meu melhor e mais íntimo amigo. O meu Bruno...